Friday, 10 October 2014

Day 75 - Björk

By Nuno Cid Ponte:

Como produto da insónia de hoje e já com atraso na entrega do Musical Challenge, decidi fazer um especial sobre uma artista que precisa de poucas apresentações:



Björk é uma tímida artista oriunda da Islândia. Tímida de personalidade, mas aventurosa e experimentalista musicalmente e chamando estranhamente a atenção de todos em ocasiões mais públicas com fashion statements rebuscados como:


 




Começou a sua carreira em 1988 como vocalista dos Sugarcubes. Mas foi após a dissolução da banda em 1993 que Björk lança o álbum Debut:



Deste álbum destaca-se a música Human Behaviour:



Vídeo dirigido e produzido por Michel Gondry e que lançou Björk no mundo da música com uma artista ... diferente. Esta parceria video-musical dura até hoje. 


A música de Björk e os vídeos são entregues como uma experiência e não meramente como uma sonoridade.

Outro exemplo disso é Violently Happy:




De seguida, em 1995, lança o álbum Post:




Deste álbum destaca-se uma das melhores músicas de todos os tempos: Hyperballad



Já passei tardes inteiras a ouvir esta música em loop e cada vez que a ouço parece ser sempre a primeira vez.

Deste álbum destaco também Isobel (mais uma vez com o vídeo dirigido por Michel Gondry):



O pico da sua carreira deu-se com o álbum de 1996, Homogenic que eu elegeria como um dos Top 10 de melhores álbuns:



Deste álbum saem músicas como Joga:


Bachelorette


All is full of love


e Hunter



Em 1999 surge o álbum SelmaSongs a banda sonóra do filme lançado em 2000 de Lars Von Trier, em que Björk é Selma (a personagem principal) e contracena com Catherine de DeneuveDancer in The Dark:


É um filme simples, musical, mas duro e muito muito emocional. A música I've Seen It all foi nomeada a um Oscar (e estupidamente não ganhou):



Infelizmente a partir de Selmasongs em 2001, Björk vai para um mundo experimentalista, demais a meu ver, e perde interesse do público geral com o álbum Vespertine:



Deste álbum destaco Hidden Place:


Depois de Vespertine em 2003, Björk lança Medulla:



Um álbum totalmente feito com vozes e com muito pouca ajuda electrónica ou de instrumentos.

Em 2007, tenta um comeback com Volta:




Que destaco The Dull Flame of Desire com o fantástico Antony Hegarty dos Antony and The Johnsons destacado por mim no post do dia 51


No meio das produções de estúdio fez muitas experiências e documentários, mas está a produzir o seu próximo álbum ... espero que este comeback nos volte a surpreender tanto como com Homogenic.

Espero que gostem!

2 comments:

  1. Ssshhh

    https://www.youtube.com/watch?v=BF9TjbdJyUE

    Não amo, mas oiço...

    Clap, clap! Good post!

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  2. Para além dessa também não inclui esta:

    I Miss You
    https://www.youtube.com/watch?v=IKSoBJ8WirE

    Gosto da música, mas não gosto do vídeo. Sim, gosto de vídeos diferentes, mas gratuitamente, não! Essa foi uma das razões que me levou a não gostar de Peter Gabriel, apesar de o achar genial.

    (Adoro esta senhora ... como já deu para perceber)

    Thanks my darling :*

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