By Nuno Cid Ponte:
Já conhecia Röyksopp mas não lhes tinha dado grande atenção. Recentemente lançaram um EP com a artista Sueca: Robyn e ... entraram no meu radar.
Os Röysopp são Noruegueses começaram como banda de música eletrónica em 1994 com um lançamento de um EP em vinil chamado Travelers' Dream (não há link, porque não se consegue encontrar na net).
A banda é uma dupla constituída por Svein Berge e Torbjørn Brundtland, como influências referem nomes como Kraftwerk, Brian Eno, Giorgio Moroder, Art of Noise e Vangelis - no meu livro, tirando Vangelis, já os coloca no meu radar à partida.
Mas não vos vou dar a história dos Röyksopp, passo diretamente para o EP com a Robyn. A música que me chamou para este EP foi: Do It Again
Já conhecia Röyksopp mas não lhes tinha dado grande atenção. Recentemente lançaram um EP com a artista Sueca: Robyn e ... entraram no meu radar.
Os Röysopp são Noruegueses começaram como banda de música eletrónica em 1994 com um lançamento de um EP em vinil chamado Travelers' Dream (não há link, porque não se consegue encontrar na net).
A banda é uma dupla constituída por Svein Berge e Torbjørn Brundtland, como influências referem nomes como Kraftwerk, Brian Eno, Giorgio Moroder, Art of Noise e Vangelis - no meu livro, tirando Vangelis, já os coloca no meu radar à partida.
Mas não vos vou dar a história dos Röyksopp, passo diretamente para o EP com a Robyn. A música que me chamou para este EP foi: Do It Again
Seguida pela espetacular música que ficou em repeat em casa, trabalho etc ...
Monument
Fiquei a pensar que estes senhores poderiam trazer o sentimento que tinha das festas de dance/house de volta ... Esta música fez-me pensar que sim ... vejam aqui o resto do EP e vão perceber:
Bem ... mas a viagem é ainda mais evidente com o lançamento a 10 de Novembro do que será o último álbum dos Röyksopp, no formato que os temos visto até agora (whatever that means ...).
O álbum tem o nome de The Inevitable End (link para todo o álbum no spotify).
Comment: Sendo um lançamento tão recente, não existem ainda vídeos do YouTube disponíveis para o nosso País sobre o álbum (aproveitáveis I mean), por isso vou fazer links para o Spotify.
O álbum tem o nome de The Inevitable End (link para todo o álbum no spotify).
Comment: Sendo um lançamento tão recente, não existem ainda vídeos do YouTube disponíveis para o nosso País sobre o álbum (aproveitáveis I mean), por isso vou fazer links para o Spotify.
The setting: uma viagem por uma noite de quinta para sexta ... há alguns anos atrás. Deixo-vos o que senti depois de ter ouvido o álbum todo.
Tal como muitos outros álbuns dos Röyksopp, pois não existe um vocalista, este é um conjunto de parcerias, neste caso 4:
Com o Jamie:
Temos a música I Had This Thing que me fez lembrar dos inícios de muitas noites em várias discotecas por Lisboa, tipicamente Frágil (RIP) ou mais tarde, o Lux.
Ainda de Jamie, mais para o meio da noite surge a música Compulsion, que seria a altura de socializar com as pessoas na pista, rir com os amigos e ... as bebidas :P
Com Susanne Sundfør, temos a música Save Me que já começa a mexer um pouco mais, mais uma música de preparação do corpo ...
Obviamente sendo a música em parceria com a Robyn que já conhecia, gostei ainda mais deste "remix" - tipicamente o tipo de música que faria o pessoal ir ao rubro e saltos e etc ...
Para um momento de descanso e quem sabe socializar mais um pouco, aproveitar para apanhar um pouco de ar na varanda do Lux, surge Sordid Affair de Ryan James.
Para voltar à ação num original de Röyksopp, sem parcerias, vem a fantástica e industrial Skulls, mais uma de saltos e calor ...
Já para o fim do noite, sentar nos puffs e conversar um bocado surge Coup De Grace.
E para finalizar, ver o sol a nascer, começar o dia, ou no caminho para casa para ouvir no carro ... ir dormir um pouco, antes de ir almoçar com os pais, ou ir para a praia, surge Thank You.
Esta última música parece um adeus aos fãs e aparentemente é isso mesmo que vai acontecer com os Röyksopp. Se forem como eu que os acabei de "conhecer" (mais a fundo quero dizer) ... é realmente uma pena, porque do que estou a ouvir, já os devia ter conhecido há mais tempo.
Ao que parece, não é realmente o fim, mas sim uma mutação para algo diferente ... vamos ver o que vem ai.
Para já ... foi um bom "revival" de muitas noites em ... pois, não vou pensar na idade, não vale a pena ... só que:
Foi bom e voltará a ser ... mas tal como os Röyksopp: Noutro formato!
Tal como muitos outros álbuns dos Röyksopp, pois não existe um vocalista, este é um conjunto de parcerias, neste caso 4:
- Robyn
- Jamie Irrepressible (dos The Irrepressibles)
- Susanne Sundfør (que fez a música dos M83 - Oblivion do filme Oblivion, do qual já falei aqui)
- Man Without Country (Ryan James)
Com o Jamie:
Temos a música I Had This Thing que me fez lembrar dos inícios de muitas noites em várias discotecas por Lisboa, tipicamente Frágil (RIP) ou mais tarde, o Lux.
Ainda de Jamie, mais para o meio da noite surge a música Compulsion, que seria a altura de socializar com as pessoas na pista, rir com os amigos e ... as bebidas :P
Com Susanne Sundfør, temos a música Save Me que já começa a mexer um pouco mais, mais uma música de preparação do corpo ...
De seguida, com a Robyn, vem a primeira música que conheci deste álbum, Monument:
Obviamente sendo a música em parceria com a Robyn que já conhecia, gostei ainda mais deste "remix" - tipicamente o tipo de música que faria o pessoal ir ao rubro e saltos e etc ...
Para um momento de descanso e quem sabe socializar mais um pouco, aproveitar para apanhar um pouco de ar na varanda do Lux, surge Sordid Affair de Ryan James.
Para voltar à ação num original de Röyksopp, sem parcerias, vem a fantástica e industrial Skulls, mais uma de saltos e calor ...
Já para o fim do noite, sentar nos puffs e conversar um bocado surge Coup De Grace.
E para finalizar, ver o sol a nascer, começar o dia, ou no caminho para casa para ouvir no carro ... ir dormir um pouco, antes de ir almoçar com os pais, ou ir para a praia, surge Thank You.
Esta última música parece um adeus aos fãs e aparentemente é isso mesmo que vai acontecer com os Röyksopp. Se forem como eu que os acabei de "conhecer" (mais a fundo quero dizer) ... é realmente uma pena, porque do que estou a ouvir, já os devia ter conhecido há mais tempo.
Ao que parece, não é realmente o fim, mas sim uma mutação para algo diferente ... vamos ver o que vem ai.
Para já ... foi um bom "revival" de muitas noites em ... pois, não vou pensar na idade, não vale a pena ... só que:
Foi bom e voltará a ser ... mas tal como os Röyksopp: Noutro formato!
Confesso que é demasiada eletrónica para mim. Passo :-)
ReplyDeleteBom, eu fui ouvir todo o álbum e confesso que não é a minha praia. No entanto é de fácil audição e nem desgostei assim tanto.
ReplyDeleteQuanto ao post...é sempre bom desde que gostemos do que estamos a apresentar :)
Concordo com a Ana no facto de ser de fácil audição, mas o que gostei mesmo foi a a forma como nos apresentaste, e por isso: PARABÉNS!
ReplyDeleteEu sou bem capaz de "utilizar" o album para algum serão lá em casa, mesm! ;-)