Wednesday, 21 January 2015

Day 111 - Epica e a introdução ao Metal

By Ricardo dos Santos Félix:

A propósito do concerto que encerrei o ano de 2014, trago-vos os Epica.


(sim, se virem bem conseguem ver as minhas mãos no lado esquerdo da foto) 

Ao longo dos meses, tenho resistido ao máximo à tentação de começar a desbravar pelos vários géneros de Metal (que as más línguas dizem ser todo igual e muito barulhento).
Assim, os Epica pertencem a um dos meus sub-géneros preferidos do metal: O Symphonic Metal

Este tipo de metal, combina as guitarradas, a bateria e os vocals mais agressivos com elementos clássicos tanto ao nível de instrumentos como ao nível vocal. A combinação de voz feminina com treino clássico, a utilização de piano clássico e coros, contrastada com as guitarradas faz com que uma quantidade (limitada) de grupos deste género passem com frequência pelos meus phones. 

Voltando ao grupo holandês Epica, a vocalista Simone Simons para além de ser gira como tudo, tem uma voz perfeita que conjuga perfeitamente com a voz mais agressiva do vocalista e fundador Mark Jensen 



A banda tem 6 albuns de estúdio, e um deles foi integralmente tocado num registo (ainda mais) clássico que resulta em alguns destes videos:

Façade of Reality (musica contra o fundamentalismo com uma sample de um discurso do ex-Primeiro-Ministro inglês Tony Blair)



Sensorium (os vocals e o trecho de abertura são perfeitos)



Seif Al Din (Sobre a religião e as atrocidades cometidas em seu nome)



Cry for the Moon (a minha preferida)



Para fechar um cover do musical Cats Memory. Só a Simone e o Piano:



Espero que comecem a ver o Metal de forma diferente.

Be happy

Friday, 16 January 2015

Dia 110 - Sweet Sounds

By Joana Lança:

Bem-vindos ao mundo da montanha-russa, não sou feminista, mas adoro ser mulher, 0 monotonia, de que forma? Somos imprevisíveis, giras, coloridas, temperamentais…somos caixas surpresa. Temos dias especiais, dedicatórias, momentos e muitos motivos de conversa…portanto, se existe tanta coisa sobre nós é porque somos mesmo especiais. Isto tudo para dizer que vou falar nelas, e mostrar as mulheres da minha vida musical.

Au RevoirSimone … são 3 mas são mesmo deliciosas … são de Brooklyn e têm vozes doces que conjugam na perfeição … são giras e cheias de estilo.
Começo pela minha favorita “Erase your mind, turn round and slowly walk away. Slam the door…”e quem é que já não fez isto.

Dark Halls


Fui vê-las ao Santiago Alquimista e esteve-se muito bem por lá … no final estavam as 3 a autografar álbuns.

The Lucky One de 2007: 


Shadows do album de 2009 Still Night, Still Night:


Para finalizar, Somebody Who de um álbum mais recente:


E agora apresento-vos outra Lady, Lykke Li, uma vénia sff a esta Senhora … que ela transpira música por todo o lado…extramusical ... e assim damos um salto para a Suécia.

I follow rivers … 


Consegui vê-la por acaso no SuperBock num palco secundário e a voz dela é exatamente assim, surpreendeu-me pela positiva.

Little bit


Dance, Dance Dance 


E porque a voz que iria colocar a seguir merece um post só para ela, no meu próximo post saberão quem é…

Agora que ficaram com os ouvidos mais doces.

Bons sons…

Monday, 12 January 2015

Dia 109 - Estranhos Casacos

By Pedro Figueiredo:


Sabendo nós que há infinitos olhares sobre o tema da música, aqui vai mais uma vez algo completamente diferente.
Trago-vos os STRANGE COATS, uma banda Portuguesa ainda muito jovem que nos brinda um som rock alternativo.

Depois de uma primeira audição poder-se-á dizer que o som destes meninos ainda está um pouco trouxa. Falta lapidar, elaborar….enfim, nota-se que há algo ainda “puramente virgem” no som dos SC. Mas também será honesto dizer que, a ser continuado este trabalho, os Strange Coats poderão atingir o estrelato.

Mas então porque vos trago uma proposta sonora ainda tão imatura quanto singela? perguntar-me-ão…
Trago-a em forma de homenagem. E por especial apreço que tenho pelo seu vocalista, um tal  tipo barbudo, cabeludo e com cara de bébe que vos aparece de soslaio nos (poucos) vídeos da banda .

Eu explico melhor.
Esse tal tipo barbudo, cabeludo e com cara de bébé, o Miguel Menano (Migas para os amigos), vi-o a nascer, crescer e até sonhar com a dita banda.

O Pai do Migas é meu amigo desde o inicio dos tempos.
É um daqueles Amigos muito especiais. Conheci-o ainda solteiro, à muitos, muitos anos atrás (não fosse eu o Mr 69). Acompanhei-o nas inenarráveis idas a Macau e depois à Tailândia. Foi aí onde acabaria por conhecer a Rim, sua futura esposa e Mãe do Migas.
Enfim, acompanhámo-nos e acompanhamo-nos mutuamente no crescimento das nossas famílias.

E eis senão quando o Migas me surpreende com a sua música.

Desculpar-me-ão este pseudo-orgulho pelo puto. Mas não podia deixar escapar a oportunidade de partilhar esta pérola convosco.   
Tenham a paciência de o ouvir e comentem. O puto (e a banda), precisam de crescer… e só verdadeiramente crescemos quando ouvimos os outros 


The Strange Coats’ project is all about a healthy blend of various genres ranging from prog rock to folk, psychedelic rock to blues and even a smidge of indie, and that is exactly what they hope to unveil about themselves with their debut EP "Palaver". The word Palaver can mean amongst other things talking loudly and confusedly as you can see happen in this extended play with its contrasting songs be it through its different sounds or its bizarre lyrics, expect a truly delightful sonic experience.

Um pouco a contragosto (pois não é das minhas favoritas), começo pelo cover da banda (único tema com vídeo)…

NO MODERATION IN DELIBERATION

Set many thinkers a blaze,
A fire friendlier phase,
Burn all there is to be found,
How sharp can you be ten feet underground?

A bunch of fuckers alone, is that what you like to call them?
I don't see all of what you see, so tell me what is your problem?

There's smoke that takes you down below,
And leaves you for dead along the road,
Alone with a howling lullaby,
When your lungs turn as black as the nightly sky

A bunch of fuckers alone, is that what you like to call them?
I don't see all of what you see, so tell me what is your problem?



Agora, um tema que gosto muito

TIME TO COME

Night came abruptly on my knees,
I thought i'd still have time to enjoy the summer breeze,
But they've already started packing up the gifts,
We'll have to head to where the oceans shift,
It might be too dark to see, what the basket holds for each of us,
But there shall be given, a chance to be serious

The dawn will eventually arrive, like angels descending from the skies,
Remorseful doubts shall dissipate and everyone will love what you create

The dawn will eventually arrive, like angels,
Remorseful doubts shall dissipate and everyone will love what you create

Shut out the world and show us your soul
Shut out the world and show us your soul
Shut out the world and show us your soul
Shut out the world and show us your soul

Wouldn't it be nice to have peace running through your (veins) ?

Shut out the world and show us your soul
Shut out the world and show us your soul
 

Seguimos viagem com o tema: 

TRAVELLER

Upwards is my new direction,
I'll climb some shrieking stairs,
Where jaded skies, avoid the angry,
Nobody's eyes seem to watch me anymore,
Well I'm a dog, and running through the door,
Children's laughter in the wind will, calm my worried mind,
In clouded greatness, where the pipers shine

Raindrops in a wedge of time,
Link all of us in fray,
Remembering to forget today,
Tomorrow's yesterday

Soft clouds and feathered wishes,
Indulge the thirsty eye,
But the bubble bursts, the story's been told,
Where's our promised paradise, lover?


O título que deu nome ao disco:

PALAVER

Stirring in the void, lies the progeny of gloom,
In the midst of mayhem, he slips their minds impune,
A bitter harlequin, who ends the joke too soon,
Chagring through the ages, he's a common house buffoon

Silky garments cloak nothing,
No one climbs our ladder,
It's far from interesting,
It's just good palaver

Beneath a sea of turmoil, comes wish for lenghty boon,
A voice that softly whimpers while the persecutors croon,
Searching all the lands, where opportunities may loom,
He was eager to hear songs, but they were charging for their tunes

Silky garments cloak nothing,
No one climbs our ladder
It's far from interesting,
It's just good palaver

How many times must the moon escape the sun?
How long 'till those two become one?
We may not last forever, but this song here just might,
So to all my friends I bid a fair good night.

Good night, good night, good night, good night
 

E para acabar, passemos agora por um tema que tem como pano de fundo a casa do Migas:


A DREAMHOUSE INNIGHTMARISH SURROUNDINGS

The lights of the corridor, begin to fade
Our shadow seems to grow, alone in vain
Sounds of feet come near, above the roof
We've seen footprints up there, so there's the truth

The room is filled with readers of the mind
Chronic quiescence, a lesson in divine

I've told you to beware, to mind your step
Walls framed in infamy, give you reason to fret
You hurry to the balcony, to breathe the air
Neighbours laugh at your misery, it's good, it's fair

The room is filled with readers of the mind
Chronic quiescence, a lesson in divine

Thursday, 8 January 2015

Dia 108 - Parachutes

By Ana Domingos:


Caros,

O que vos trago hoje já tem quase 20 anos. Devo confessar-vos que fiquei surpresa quando me apercebi disso. O tempo passa mesmo rápido. Bom, nada melhor então do que começar pelo o ínicio.

Em 1996...

Davam-se pelo nome de Pectoralz e eram apenas dois. Dois amigos de faculdade. Um na voz e outro na guitarra.

Um ano depois ...

O duo passa a ser um trio com a entrada de um baixista. O nome, esse, passa a ser Starfish.

Até que em 1998...

Decidiram arranjar um baterista. Mas só em 2000 se lançaram para as bocas do mundo com um single que todos nós conhecemos. Apresento-vos os Coldplay.


Com 18 anos de carreira e 6 albuns de estúdio lançados, os Coldplay acabaram, na minha opinião, por se perder nas tendências comerciais da industria musical. É por isso que hoje vos trago o primeiro album do quarteto e, sem sombra de dúvida, o melhor: Parachutes [2000]. Apesar da sua lenta ascenção, este album acabou ppor ser muito bem recebido pelo público, tendo mesmo sido considerado o Melhor Album de Música Alternativa nos Grammy Awards de 2002. Deixo-vos com aquelas que, para mim, são as melhores músicas do album. Curiosamente não é neste album que encontro a minha música preferida dos Coldplay, mas sim no album seguinte (que é claramente o segundo melhor do reportório): A Rush of Blood to the Head [2002].

Shiver


Spies


Yellow
Provavelmente uma das maiores e mais reconhecidas músicas da banda, entrou diretamente para o TOP 5 do Reino Unido pouco tempo depois de ter sido lançado como single.


Trouble


High Speed


Everything’s Not Lost


Embora ache que se tenham perdido um pouco na sua identidade, não posso deixar de fazer referência a grandes músicas que me foram relembrando, ano após ano, que os Coldplay ainda existiam. Talvez essas músicas tenham surgido de momentos de lucidez da banda, momentos de regresso às origens. Embora já os tenha visto ao vivo, lamento tê-los visto naquela que foi, para mim, a sua pior fase – Mylo Xyloto Tour.
O que gosto nos Coldplay é o piano, a voz incomparável e as letras. Aquelas letras que nos reportam sempre para algum lugar ou momento. Não vou deixar-vos as letras aqui – isso faria do post algo demasiado extenso e eu já sou perita nisso por natureza. Deixo que sejam vocês a procurá-las, se acharem que devem.


The Scientist
Para mim a melhor música dos Coldplay. É uma canção de amor. Um pedido de desculpas.


God Put a Smile Upon Your Face


Clocks


Green Eyes
Bom, nesta há algo que gostava de confessar-vos. Nunca fui uma grande fã da música, mas ela ganhou todo um novo significado quando o André entrou na minha vida. Não por estar associada a algum momento que tenhamos passado juntos, mas pela letra...e pelos olhos verdes! (Ya ya, já sei que é lamechas. Don’t care!)


Amsterdam



Destaco, por fim, apenas mais 3 músicas.


Fix You [X&Y]


O [Ghost Stories]


Atlas [From The Hunger Games: Catching Fire]


E já que o Natal foi há tão pouco tempo:

Christmas Lights


Espero que tenham gostado.

Tuesday, 6 January 2015

Dia 106 - Just music ... no lyrics

By Raquel Duarte:


Extraordinário o poder da música que mesmo sem “lyrics” nos consegue dizer tanto e transmitir tantas sensações, ainda mais quando são de filmes que fizeram parte da nossa vida, não concordam?

Hoje deixo-vos com as minhas favoritas (já excluí as dos filmes Piano e Amélie):

The Last of Mohicans



Braveheart



Platoon



A Vida é Bela




Piratas das Caraíbas



Chariots of Fire




Atenção que não me refiro a conseguir descobrir o filme (e só me refiro a filmes, não a séries…. pode sempre ser outro tema para o MC) através das musicas (como é o exemplo das que envio a seguir), mas sim, que  nos transmitem alguma coisa:

Superman




E.T.



Pantera Cor de Rosa




Indiana Jones




Beverly Hills Cop




007




2001



Star Wars




Jaws