By Luís Carlos Soares: Xutos e Pontapés Mítica banda formada tinha eu três aninhos… :) O post vai ser looonnnggggoooooooo pois a quantidade de músicas que adoro é enorme e não consigo deixar algumas músicas de fora deste MC.
Para animar este
nosso blog proponho-vos uma compilação de propostas menos mainstream que tem um
princípio base: não podem ser grupos de UK ou USA. Daí ter usado a expressão “World Music”, necessariamente
adaptada aos meus gostos. É usado por isso para simplificar … :)
França
Um dia destes,
num restaurante muito conhecido da zona, enquanto passava diversos hit n a MCM,
falei deste grupo: Les
Rita Mitsouko
Os Les Rita
Mitsouko são um duo, composto por Fred Chichin (guitarra) e Catherine Ringer
(voz), iniciaram em 1980 e terminaram em 2007 com a morte do guitarrista.
Entretanto a Catherine Ringer continuou a solo não dando continuidade à banda.
E perguntam
vocês, mas de onde é que este conhece os Les Rita Mitsouko? Além de parte da
justificação estar na minha idade (já ando cá há algum “tempo”), a parte mais
importante está relacionado com o facto de eu ter uns primos emigrantes em
França que, todos os anos pelo Verão, me ofereciam umas cassetes (para quem não
sabe o que é, podem ver aqui)
com os hits da altura, incluindo de França. E, embora não apreciasse quase tudo
o que provinha de França, sempre gostei de ouvir os Les Rita Mistouko. Gostava
bastante da sonoridade forte e original. Pelo que tinha que os incluir neste
meu “World Music”. Sem mais demoras, algumas sugestões:
Marcia Baila:
C'est comme ça:
Brasil
(* ELECTRONIC
ALERT *)
Não, não vos vou
sugerir os « suspeitos do costume » :)
Conhecem os CSS (sigla de Cansei de Ser
Sexy)? É um grupo formado em 2003 e que já teve diversas alterações na sua
formação. Confesso que os/as conheci por altura do primeiro álbum, Cansei de Ser Sexy.
Não que seja bem
a “minha praia”, mas achei as músicas divertidas e pelo menos fora do
“mainstream” brasileiro. Daí a minha sugestão neste post. Sem mais demoras,
algumas sugestões:
Quando conheci
QOTSA foi óbvio que se iria tornar numa das minhas bandas de culto. Não vos vou
maçar com pormenores que a Wikipedia vos pode fornecer, mas sim partilhar
convosco o que as músicas me transmitem e o que me fazem sentir. É um rock
diferente de tudo, que ao mesmo tempo soa a algo antigo e moderno, onde se
sentem influências dos anos 70 mas com um toque mais atual, aprimoradas com
solos brutais, psicadélicos e envolventes. Costumo caraterizá-los como os reis
do sexy rock, acho que só ouvindo conseguem perceber o que quero dizer
pois não é fácil explicar, mas a verdade é que a música deles tem sempre uma
sensualidade intrínseca tanto nos solos de guitarra, como na voz do Josh Homme,
como nas próprias letras das músicas ou, mais assumido e óbvio, nos videoclips.
É a banda
apropriada tanto para se estar deitado no sofá de olhos fechados a entrar em
transe, mas também para estar aos pulos e a extravasar, para namorar ou até
mesmo como companhia de viagem! Basicamente, para mim, QOTSA vai bem com
tudo!!! Ao contrário de imensas bandas que adoro, com QOTSA gosto de tudo, de
todas as músicas e de todos os álbuns. Acho-os “musicalmente perfeitos” (esta
expressão é esquisita mas soa-me bem para os definir). Ao vivo REBENTAM
COM TUDO! Para além de demonstrarem a sua excelência musical, interagem
constantemente com o público e têm bastante sentido de humor, pelo que foram
também das bandas que mais adorei ver. Deixo-vos uma
seleção musical, de todos os álbuns, que me transmite muito do que vos
descrevi. Espero que gostem! MOTHERF***** SEXY
Go with the flow (Songs For The Deaf) Smooth Sailing (…Like Clockwork) I Appear Missing (…Like Clockwork) HEADSHAKE
Feel good hit of the summer (Rated R) You think I ain't worth a dollar, but I feel like a millionaire (Songs
For The Deaf)
No one knows (Songs For The Deaf) A song for the deaf (Songs For The Deaf) Little Sister (Lullabies To Paralyze) Sick, Sick, Sick (Era Vulgaris)
My God Is the Sun (…Like Clockwork) JUST CHILL
I was a teenage hand model (Queens Of The Stone Age) The lost art of keeping a secret (Rated R) Better Living Through Chemistry (Rated R) Mosquito song (Songs For The Deaf) Into the Hollow (Era Vulgaris) Suture up my future (Era Vulgaris) The vampire of time and memory (…Like Clockwork) Like Clockwork (…Like Clockwork) Acho que já têm uma
boa seleção. Foi muito difícil porque, como já disse, gosto de todas as músicas.
Se gostaram, espreitem também “In The Fade”, “The sky is fallin”, “Hangin’ tree”, “Another
love song”, “Everybody knows that you are insane”, “Burn the Witch”, “If I had
a tail”… Deixo-vos mais uma que podem usar
para “mandar a dica”:
By Nuno Cid Ponte: Durante o verão descobri um grupo que me acompanhou pelas férias e que esteve, mais uma vez, em loop no carro. As minhas férias foram no campo e não na praia, portanto, com este cenário:
Pedia música mais calma ... mas não foi o que aconteceu :) Apresento-vos Madeon, ou Hugo Pierre Leclercq, é um puto que nasceu em 1994 - como dá para perceber pelo nome é Francês e é de Nantes. Esta parte é a trivial e biográfica, mas o que ele com 21 anos já faz, enfim ... é interessante, gostem ou não do género de música. Só conheço o último álbum Adventure, já lançado em 2015. Gosto de todas as músicas, mas aqui voz deixo o meu destaque: A música Isometric é a Intro do álbum e ... promete: You're On (com Kyan outro newcomer, ao que parece Francês também mas pouca informação existe sobre) é a segunda música do álbum e o primeiro single: A 6ª música do álbum é fruto de outra colaboração e o segundo single do álbum. Pay No Mind (com Passion Pit, desta feita um newcomer Americano): Vamos então para a 9ª música, Nonsense, fruto de mais uma colaboração com Mark Foster, vocalista dos Foster The People:
No final do álbum, 15ª música, o single que lança o mesmo, The City: Por fim, a minha música preferida do álbum a 3ª, OK, é basicamente a música que dá o mote ao álbum todo e que ouvi até à exaustão: Espero que gostem ... não é uma obra prima mas dispõe bem, e no final do dia, é isso que interessa! Abreijos!
By Ricardo Félix: A série Sons of Anarchy é daquelas que gera em mim muitos mix feelings.
As situações e enredos brilhantes contrastam com uma quantidade de situações em que me pergunto se alguém se deu mesmo ao trabalhar de escrever coisas tão parvas.
Enredos à parte, a série conta com uma excelente banda sonora, e no final da season 4 conta com uma música que me ficou no ouvido e que me fez ir investigar. Assim fiquei a conhecer um dos sons mais surpreendentes que ouvi nos últimos tempos: Os White Buffalo stage name de Jake Smith.
Em termos de estilo a música varia entre as baladas, country e o roadhouse rock muito suportado por guitarra acustica e a uma voz muito grave e rouca (que em alguns registos faz lembrar um bocadinho o Eddie Vedder), numa simplicidade atroz.
Na série brilham estes temas:
Come Join the Murder - com os Forest Rangers, musica do season finale
House of Rising Sun - cover de um original dos Animals, com letra adaptada à realidade da série.
Oh Darling, What Have I Done
Dos 4 álbuns editados destaco este para ouvir na integra:
As minhas preferidas deles são:
Wish it Was True – Uma letra brilhante, na primeira pessoa e com uma forte componente anti-guerra.
Highwayman – Mais uma letra brilhante
Se tiverem curiosidade de o ver ao vivo deixo aqui este dois:
By Luís Carlos Soares: William Albert Michael Broad aka (Billy Idol) foi um dos icons dos anos 80. Não vou falar muito, como é habitual, mas não creio que este Sr necessite de muita apresentação…
By Ana Domingos: Caros, Como sabem, ou deviam saber, celebraram-se este fim de semana 60 anos do Festival Eurovisão da Canção. Talvez vos pareça estranho mas, do alto dos meus 25 anos, adoro sentar-me em frente à TV e assistir à Eurovisão. Todos os anos. Nunca falha. Vá, podem gozar. Já sabemos que as músicas que por lá passam não são, de todo, a última coca cola do deserto, mas quando se está em Eurovision mood quase tudo vale. Sendo um evento, muitas vezes, mais político do que artístico, todos sabemos que a sua “beleza” se foi perdendo ao longo dos anos. Deixo-vos com algumas curiosidades deste evento: 1.A Irlanda é o país com mais vitórias (sete); 2.A Noruega é o país que mais vezes ficou em último lugar com 0 pontos. Ficou também em penúltimo lugar 10 vezes. Curiosamente, ganhou também 3 vezes; 3.Surprise Surprise: 29 das músicas vencedoras foram cantadas em inglês. O francês, sendo também popular, teve apena 14 músicas vencedoras; 4.Desde a chegada do novo milénio que, sempre a Suécia é anfitriã do festival, o vencedor é a Dinamarca; 5.Os ABBA são os participantes mais bem sucedidos deste Festival; 6.O Reino Unido ganhou 5 vezes e ficou 15 vezes m segundo lugar (embora nos últimos anos tenha ficado sempre mal classificada); 7.O mais novo artista vencedor tinha apenas 13 anos e representou a Bélgica em 1986; 8.Johnny Logan ganhou a Eurovisão 3 vezes; 9.O país que conseguiu arrecadar mais pontos foi a Noruega em 2009 com um total de 387 pontos e uma diferença do 2º lugar de 169 pontos; 10.Em 1991 a Suécia ficou empatada no 1º lugar com a França (146 pontos), mas como a Suécia tinha arrecadado 5 vezes 10 pontos, contra apenas 2 da França, acabou por ser a Suécia a ganhar; Portugal, que nunca foi bem sucedido neste concurso, participou 45 vezes. Foram apenas 9 a vezes em que ficámos no 10 primeiros. O melhor lugar foi conseguido pela Lucia Moniz em 1996 com a música O Meu Coração Não Tem Cor
Este ano o Festival Eurovisão da Canção foi especialmente rico em efeitos visuais, mas também foi marcado por esta excelente performance, ou não estivéssemos em Viena de Austria: Martin Grubinger & Arnold Schoenberg Choir
Assim o demonstra também a canção vencedora (Suécia): Måns Zelmerlöw - Heroes (Sweden)
Considerado por muitos um momento de abertura e aceitação social, o Festival Eurovisão da Canção elegeu como vencedora a Austria, representada por Conchita Wurst – a Drag Queen personificada por Thomas Neuwirth. A letra, em tudo defensora da causa, deu forma a um momento inédito até então aos olhos dos cidadãos europeus: Conchita Wurst - Rise Like a Phoenix (Áustria)
Foi a Rússia quem mais se opôs à participação e vitória de Conchita – vá-se lá saber porquê! Curiosamente, foi por pouco que, este ano, a Rússia não se sagrou vencedora (os assobios acabaram por surtir efeitos). Bom, é melhor avançar, deixo-vos alguns dos marcos deste festival (mesmo aqueles em que ainda andava a passear com o meu pai :P). Euphoria – Loreen (Sweden 2013)
Waterloo – ABBA (Sweden 1974)
Making Your Mind Up - Bucks Fizz (UK 1981)
Fairytale - Alexander Rybak (Norway 2009)
Esta foi uma daquelas que ganhou apenas pela performance. A voz … nossa senhora! Satelite – Lena (Germany 2010)
No ano seguinte, esta senhora decidiu defender o primeiro lugar em casa. Ficou bem classificada, mas não o suficiente para vencer novamente.
Hard Rock Hallelujah – Lordi (Finland 2006)
Senhora do Mar – Vânia Fernandes (Portugal 2008)
Baila El Chiki Chiki - Rodolfo Chikilicutare (Spain 2008)
Puppet On A String - Sandie Shaw (UK 1968)
Save Your Kisses for me – Brotherhood Of Man (UK 1976)
Termino com duas das minhas favoritas deste ano: Golden Boy - Nadav Guedj (Israel 2014)
By Nuno Cid Ponte: Olá a todos! Como sabem música portuguesa não é muito a minha "cena", se bem que consigo apreciar fado e há alguns grupos que vão fazendo algumas músicas interessantes, mas este artista em especial seria automaticamente posto de lado pelo seu ... "passado". No entanto, estas férias ouvi no caminho para as montanhas e ... gostei. Então vamos lá: Saffra é o novo projeto do FF. Saffra é o nome do álbum e uma mudança de nome do próprio artista para um projeto alternativo, como um pseudónimo, mantendo os 2fs como lembrete. Em termos de marketing, parece-me genial que ele queira ganhar distância do seu passado como FF para que nos esqueçamos que entrou nos Morangos com Açucar e já tem 3 álbuns em cima e a mim pelo menos passaram-me ao lado, pois pareceu-me música barata (e não fui só eu ...). Passemos para parte onde as coisas começaram a mudar para o FF, no programa da TVI: A Tua Cara Não Me É Estranha onde interpretou uma miríade de artistas e do que vi ... devo dizer que fiquei impressionado pela voz do rapaz (já tinha ficado antes ... mas a música não). Este álbum traz-nos um artista mais crescido e com mais gosto e verdadeiro talento vocal. Vou-vos dizer o que me parece este álbum em poucas palavras: Fado meets Disney Animation Musical Soundtracks. Parece estranho, mas para mim ... excelente! Without further ado, deste álbum sai o primeiro single: Safra Deste Ano
Digamos que ... não há qualquer dúvida, o rapaz tem voz e o álbum parece muito bem produzido. Deixo-vos de seguida as 3 músicas que mais gostei do álbum: Novela de Amor
Entre o Barro e a Parede
Blues Transmontano
Não gosto da música em conjunto com a Lura, ele claramente tem melhor voz que ela ... e bem ... eu calava a senhora. Espero que gostem ... pois eu, gostei mesmo! O álbum todo aqui:
Como tive
demasiado tempo para pensar no MC, acabei por não me focar em nenhuma
cantor/banda em especial. Era de prever. Assim, vou recorrer Plano B….
Já no passado
usei um a lógica de apelo à contribuição de todos (lembram-se do “Pump
up the volume”, aka “Guilty Pleasures”) pelo que vou repetir a mesma
fórmula. E desta vez a minha provocação inicial é sobre performances vocais que
considerem extraordinárias, quer seja ou não do vosso gosto pessoal. Assim,
apresento-vos os nomeados (sem qualquer ordem de preferência):
1)Sam
Smith - Lay Me Down (Red Nose Day 2015) ft. John Legend
Não sou fã do Sam
Smith e gosto de algumas coisas do John Legend (recordo o post
da Inês sobre o moço). Mas reconheço que o range e controlo vocal do Sam e do
John são extraordinários. Pelo que tinham que estar nomeados. Esta música
combina ambos e é por uma boa causa (Red
Nose day 2015), pelo que junto o útil ao agradável.Deixo-vos duas opçõespara apreciarem
esta performance.
A versão live:
E a versão de
estúdio:
Na versão live
nota-se no arranque no John um pequeno soluço que rapidamente desaparece. Já o
Sam Smith é irrepreensível do princípio ao fim não se notando diferenças entre
o LIVE e o ESTÚDIO.
Mas seja lá qual
for a versão, são ambos fantásticos …
2)Let It Go - Male Vocal Cover - Frozen (Soundtrack)
Bem, quem tem
crianças, em particular, raparigas, conhece o Frozen. E já ouviu até à exaustão
este tema no original, em português ou em castelhano. E o que é comum nessas
versões é que são sempre vozes femininas. Os temas dos desenhos animados da
Disney também costumam ser épicos, como o Cid já nos indicou.
Mas agora apresento-vos este cover por um “desconhecido cantor” (acho que
se chama Caleb Hyles) que consegue ser épico de uma forma também
extraordinária. Mais uma performance vocal superior.
3)Pablo
Alborán - Por fin
Numa das minhas
viagens para a NOS ao ouvir a Rádio Comercial ouvi esta versão live do Pablo.
Já o conhecia do famoso dueto
com a Carminho, mas fiquei encantado com a voz, a forma simples como é
acompanhado pela guitarra. Confesso que, sem ter particular gosto pela obra do
Pablo, fiquei a admirá-lo como artista. Acho a performance, tendo em conta o
contexto em que foi feita, superior. E por isso merece estar aqui.
PS: Se tiverem
curiosidade podem ver e ouvir aqui a versão original. Pessoalmente continuo a
preverir a versão da Rádio Comercial:
4)Lee
Ritenour - Papa was a Rolling Stone
Isto pode ser
estranho para quem conhece o Lee Ritenour. Ele é mais conhecido pelos seus
dotes de guitarrista pelo que sentido faz referenciá-lo num “top” sobre
performance vocais? Bem, acontece que este menino faz rodear de artistas de
eleição. Este álbum, Overtime,
é um exemplo disso (um dos mais conhecidos é o Chris Botti e noutras
músicas do álbum também participa o nosso “tuga” Ivan Lins. Mas o que importa
aqui são os dois vocalistas que fizeram este cover desta musica: Papa Was a
Rolling Stone: Grady Harrel & Kenya Hathaway.
Todo o cover é
brutal, mas destaco a performance do Grady e da Kanya ao ponto de referenciar
esta música neste top.
5)Tuga time …
Eu queria muito
incluir neste top uma referência tuga. E queria não ficar pelo cliché. Pelo que
deixo 2 referências.
Os programas que
mais aprecio na TV portuguesa são os de talentos. Embora reconheça que mesmo
assim são dadas poucas oportunidades aos fantásticos desconhecidos que
aparecem, somos muitas vezes confrontados com performances de exceção. Não
consigo ser justo com todos, pelo que deixo um dos últimos que me impressionou:
Luís Sequeira. E este dueto com a Marisa Liz é simplesmente fantástico. Ele não
ganhou o concurso, mas merecia (IMHO)
Luís Sequeira
e Marisa Liz - "Rosa Sangue"
Despois,
provavelmente mais cliché, gostava de homenagear as grandes vozes que podemos
já considerar clássicas: a “enorme” Teresa Salgueiro, Dulce Pontes, Marisa,
Carminho, etc. Já atrás referi a Carminho pelo que vou optar por destacar a
Marisa. E Destaco uma das últimas músicas delas mais pelo valor emocional do que
pela performance artística (certamente terá música mais “empolgantes”). Mas é
uma “voz” sempre consistente e é uma das que mais projeta o nosso nome além
fronteiras. Fica por isso aqui a minha homenagem a estas vozes, em particular à
Marisa:
Mariza - O Tempo
Não Para
PS: Caberia
facilmente neste top a Adele, mas por ser mais óbvia optei por não a incluir … :)
Agora se quiserem
adicionar as vossas sugestões, estejam à vontade :)
Enjoy! UPDATE More nominees by: Ricardo Félix David Coverdale - Soldier of Fortune