Friday, 26 December 2014

Dia 105 - Chris Rea

By Luís Carlos Soares:

Chris Rea




Aqui está uma influência musical do meu tio Miguel da altura em que jogávamos Spectrum horas a fio!


Sai claramente do registo de Glam Rock que vocês tanto adoram :P , mas queria aceitar o desafio do Paulo!!!


Assim, deixo-vos uma carta “escrita” por Chris Rea à sua amada.


Josephine,


I Can Hear Your Heartbeat, because I am Thinking Of YouAs long as I have your love, I Just Wanna Be With You.


So Let`s Dance On The Beach while we are Looking For The Summer. Cause, soon we will be Driving Home For Christmas or on The Road To Hell where You Can Go Your Own Way, but ... You are a Fool If You Think It's Over






Enjoy!

Tuesday, 23 December 2014

Dia 104 - Cocteau Twins

By Nuno Cid Ponte:


Alguns de vós não ouviram estes senhores quando eles lançaram os seus álbuns, mas com 9 lançados e 18 anos de música, este grupo é incontornável. Não é também para todos ...

Os Cocteau Twins fazem-me sentir leve e que o resto do mundo é positivo e que apenas existem tardes de sol com praia e nenhuma preocupação no mundo ... são especiais.

Já falei da voz da vocalista Elizabeth Fraser no segundo post do Musical Challenge. No exemplo que vos dei na altura era uma das muitas parcerias que esta voz angélica e, a meu ver, perfeita com os Massive Attack em Teardrop. Eu sei que é sempre um bocado injusto mas eu dou sempre mais importância às vozes e pouco ao resto, principalmente neste caso, Elizabeth Fraser é sem dúvida maravihosa mas ... Robin Guthrie e Simon Raymonde eram sem dúvida os homens dos 7 instrumentos: desde guitarra, baixo, bateria, passando por criação e programação de samplers e acabando em teclados ... eventualmente passaram a ser os produtores principais dos Cocteau Twins.

BTW ... o nome Cocteau Twins vem de uma música dos Simple Minds, que poderão ver aqui,
Chamava-se inicialmente Cocteau Twins mas acabou por ser lançada com o nome "No Cure".

O estilo da banda é descrito, Wikipedia Dixit, como:

"(...) known for innovative instrumentation and atmospheric, non-lyrical vocals.(...)"

O que por um lado é estranho, mas totalmente correto.

A banda produziu desde 1979 até 1997, tal como já disse lançou 9 álbuns. Desses vou destacar as músicas que mais me tocaram ao longo dos anos (tenho todos os CDs).

Do primeiro álbum Garlands de 1982, não sendo de todo um dos álbuns que goste muito vem:

Blind Dumb Deaf



A música que me lançou nesta banda é do segundo álbum Head Over Heels de 1983:

Suggar Hiccup


Do terceiro álbum e que lançou realmente a banda, Treasure, de 1984 vem uma das mais icónicas músicas:

Ivo


Deste mesmo álbum, destaco também:

Pandora



De seguida vem o álbum Victorialand em 1986, uma vez mais não é dos meus favoritos (por parecer sempre a mesma música) mas destaco:

Little Spacey


Em 1986, em colaboração com o poeta que alguns considerariam de, no mínimo excêntrico, Harold Budd, lançam The Moon and The Melodies, do qual destaco:

She Will Destroy You


Em 1988 chega Blue Bell Knoll, o mais conhecido da banda e com maior sucesso, também o que mais recorre a sintetizadores e samplers (que eu adoro BTW). Destaco a música que dá nome ao álbum:

Blue Bell Knoll


Seria obrigatório também desctacar a música Carolyn's Fingers uma das que melhor mostra a voz de Elizabeth Fraser


Chegamos ao anos 90, em 1990 lançam o meu álbum favorito, Heaven or Las Vegas. Este álbum é verão, é alegria, é diversão, cor ... é simplesmente lindo. Gosto de todo o álbum mas, destaco:

Iceblink Luck



E a minha favorita de todas as músicas de Cocteau Twins: Cherry Couloured Funk

(se puderem, apaguem o resto do mundo, fechem os olhos e ouçam esta música ... é uma experiência)



No ano de 1993, chega um álbum mais adulto coeso, bonito e muito muito bem produzido (todos eles são, mas este é especial).
Four-Calendar Café mostra uma banda que está a chegar à sua maturidade e muito seguros da música que produzem. Este é o meu segundo favorito, mas é tão perfeito como o anterior. Destaco uma música que apesar de fora do género do post do Paulo para Pump Up the Volume, é isso mesmo que quero fazer com esta música cada vez que a ouço:

Bluebeard


Know Who You Are At Every Age




Recomendo que ouçam todo o álbum MESMO pois vale a pena.

Infelizmente, em 1996 sai Milk and Kisses, um álbum que deveria ser "the last hurrah" mas é, e é quase sacrilégio dizer isto acerca de Cocteau Twins mas, este álbum é um traste.

Não gosto e não vou destacar nenhuma música.

Não sei se foi por causa deste álbum mas ... (sei sim que foi por causa da relação de Guthrie e Fraser ter terminado ... mas este álbum deve ter ajudado) em 1997 os Cocteau Twins terminam. Desde 2005 que são tentadas reuniões da banda mas ... até agora nada.

Não quero terminar o meu post com este álbum, por isso deixo-vos com mais uma música do álbum que deveria ter terminado uma relação perfeita e não Milk and Kisses: Heaven or Las Vegas.

Deveriam ter lançado o Four-Calendar Café de seguida Heaven or Las Vegas e terminar ... mas não ... enfim ... ahhh sim a música:

Fifty-fifty Clown



É linda!

Espero que gostem ... Enjoy :)

Monday, 22 December 2014

Dia 103 - Pump up the volume (REVIEWED)

By Paulo Neves:


Confesso que não tive muito tempo para trabalhar no post, pelo que optei por uma playlist temática. E ainda pior, este post só ficará completo depois de cada um de vós adicionar uma contribuição para a playlist. E esta? Não só não gasto muito tempo a fazer o post como ainda vos envolvo na conclusão do mesmo. Brilhante, não acham? :)

Este é um post para contrariar um pouco o espírito do Natal cheio de sininhos, luzinhas e aquelas músicas que passam nesta altura over and over por todo o lado. Vocês não têm músicas que quando as ouvem vos dá uma vontade imediata de aumentar o volume? Pois, eu tenho algumas músicas que quando as ouço no carro, é quase uma reação instintiva aumentar o volume. Como devem imaginar, são normalmente músicas bastante dinâmicas e com uma batida forte. E sim, nessas alturas só me parar o carro, abrir os vidros, colocar o volume no máximo e desafiar todos para curtirem a música :)

E antes que chamem o 112 para me internar, envio a minha playlist (sem qualquer ordem particular, exceto no último destaque):

The White Stripes - Seven Nation Army
Como já vos disse por variadas vezes, adoro baixo e percussão, pelo que esta era inevitável.



AC/DC - Back in Black
Esta é única e para mim a melhor dos AC/DC. Então quando soava de madrugada numa discoteca na fase universitária... Enough said …



Metallica - Enter Sandman
Só para situar, esta está “intimamente” ligada à anterior …



Red Hot Chili Peppers - Give It Away
Gosto bastante dos RHCP, sobretudo das música mais dinâmicas. E para mim esta é a que me identifico mais na discografia dos RHCP, e é brutal :)



Radiohead – Creep
Conheci os Radiohead com esta música, como provavelmente muitos de vós. E é para mim uma das mais bem conseguidas deles, alterando magistralmente momentos mais melódicos com a intensidade das guitarras. Um must …



Bush – Swallowed
Um dos meus grupos preferidos não podia deixar de ser referenciado …



B.B. King & U2 -When love comes to town
Queria incluir um tributo a um blues. Escolhi este, embora outros pudessem ser referenciados …




E deixei para ultimo a minha música favorita:

Pixies - Hey





Venham de lá as vossas sugestões para … pump up the volume! :)

Enjoy!

UPDATE 
Os guilty pleasures de todos:

Ana Domingos:
Oh diabo, que bela maneira de terminar a manhã. Aqui ficam as minhas escolhas:

Can't Stop - Red Hot Chili Peppers


Don't Stop Me Now - Queen


Desculpem, mas esta também tem de entrar:

Brianstorm - Arctic Monkeys


Há mais, mas fiquemos com estas duas :P

Feliz Natal :D

Ricardo dos Santos Félix:

É para partir né?! Toma lá que é para aprenderes:


Joana Lança:


É que não tenho dúvidas nenhumas ...


É altamente perigoso aqui a je ouvir esta música a conduzir ... é que é logo para acelerar.

Luís Carlos Soares:


Aqui ficam duas que dão mesmo para acelerar...


E esta também... (mesmo sem videoclip)


Pedro Figueiredo:

Atenção, eu avisei…pode ferir suscetibilidades….especialmente a ultima.

Atrevam-se a ouvir isto baixinho ...




... e com isto não estou a dizer que gosto do artista....simplesmente faz-me "pump up the volume"...

Nuno Cid Ponte:

Obviamente que teria de ser Daft Punk:


E Rui da Silva:


Wednesday, 17 December 2014

Dia 102 - Os Sinos da Carolina

By Ricardo Félix:

Sim, sou um sucker pelo natal


Não pelo seu cariz religioso mas sim pelo get together da família e amigos, pela busca daquela lembrança perfeita para cada pessoa, todo o preparar da arvore e da mesa de consoada e, mais importante de tudo, pelas fatias douradas :)

Ainda antes de a televisão nacional ter chegado ao ponto de debitar a quantidade de m**** que debita por estes dias, que lá por casa nunca temos a televisão ligada. Por esta altura tenho sempre a tocar as musicas natalícias, com uma playlist que aumenta todos os anos e no qual consta Frank Sinatra, Tony Bennett ou Celtic Women.

A minha musica preferida, de todas as que rodam nesta altura é sem duvida a Carol of the Bells, seja ela na sua versão mais tradicional:


Seja na versão a capella:


Na versão em violoncelo:


Na versão country (com LeAnn Rimes):


Ou na versão Celtic Women:


O filme obrigatório do Natal (Home Alone) enriquece ainda mais o cardápio de versões:


E por fim, tinha que vos apresentar a versão metaleira:


Feliz Natal and be Happy!

Tuesday, 16 December 2014

Dia 101 - Vamos até Londres?

By Joana Lança:

E cá vou eu para mais uma sonoridade made to Joe…trago-vos os pais (para mim) do rock alternativo, The Clash. Este meu post vai ter de ser dividido entre a música e uma cidade muito especial

London Calling


mas que grande cidade, criou-se como uma cidade alternativa mas ao mesmo tempo tão conservadora…acho que é por ai que é especial. 

Misturem Camden Town e The Clash e têm a versão original do mundo musical alternativo…e foi aqui que eles começaram. Quem planear uma ida a Londres nos próximos tempos, uma pausa num Pub ou Club de Camden Town é paragem obrigatória, muitas das grandes bandas rock alternativo surgiram e viveram por lá.


Vamos então para um pouco de cultura musical, lá vou eu googlar, surgiram em 1976 e viveram 1 década (bolas tão pouco!!! desconhecia ... ), as músicas tinham um forte registo político e revolucionário…e inspiraram a onda punk britânica da década de 80. E aqui vão três seguidas que mostram a carga política das letras dos The Clash:

White Riot



London’s Burning


Career Opportunities



Fogo eles são mesmo bons…ouvir assim seguido é mesmo giro

E agora passemos para Covent Garden, e para o nightclub The Roxy, que foi o local onde muitas bandas punk rock tocaram em finais da década de 70, incluindo estes meninos. Com o conjunto dessas atuações criaram o filme The Punk Rock Movie. Convent Garden, belo sitio fui a primeira vez quando tinha 16 anos e parecia que estava no paraíso, roupa verde tropa por todo o lado, tintas esquisitas para pintar o cabelo de todas as cores e pessoas a fazer todo o tipo de espetáculos artísticos na rua…era Convent Garden.

E continuamos nós em Londres, agora em Brixton com um belo clássico

Guns of Brixton




E a música seguinte: 

The Magnificent Seven




(tinha eu 1 aninho quando cantaram esta musiquinha) foi usada na banda sonora de filmes como o Homem de Ferro e na série Anatomia de Grey (nota: com tantas séries quase todas as bandas já fizeram parte desta banda sonora). 


Vá abanem lá esses capacetes que isto continua a animar 


Complete Control






E porque Londres é em Inglaterra J 

This is England




E quem é que não dançou no Rock Line na década de 90 (muito bom dizer isto, tipo…porque foi no século passado) os clássicos:


I Fought the Law



ou 

Should I Stay or Should I Go




E para finalizar uma onda mais ska, sim porque The Clash experimentaram outros estilos, tudo punk, mas outros estilos, punk rock, reggae punk, ska punk, essas coisas, aqui vai

Straight to Hell




Mas nós não vamos…até porque não existe… Agora já têm um pouco The Clash em vocês. 

Bons sons!

Monday, 15 December 2014

Dia 100 - 100

By Pedro Figueiredo:


Centésimo Post….UAHUU! Que responsabilidade….

Antes de qualquer avanço quero deixar uma nota. Participar neste tão eclético quanto sumarento fórum é absolutamente fantástico.

Dito isto, vamos à música.

P’ra variar andei um pouco perdido à procura da formação, música, banda sonora, enfim….algo digno de ser revisto neste centésimo post. Mas nada me ocorreu.
Sentei-me num canto à espera que isso passasse, e como sempre…. eis que se fez luz!

Afinal quem aqui merece ser lembrado nesta tão linda efeméride, são todos vós. Aqueles que fazem deste tão eclético quanto sumarento espaço, um sítio 100 vezes fantástico.

Agarrado a essa ideia, mas ao mesmo tempo assolapado pelo espírito Natalício, vou então tentar fazer deste meu post uma espécie de “calendário do advento”, onde, para cada um de vós vos dedico um par de “bombons”.

Procurei músicas que me fazem lembrar cada um de vós. E muito provavelmente errei nalguns casos. Noutros, propositadamente, pus um pouco de veneno …(sorry Ana, não resisti) :)

Mas aqui vai um pouco do que bebi da vossa “musical soul”, que tão bem têm espelhado ao longo destes fantásticos 100 posts.

Come with me…

Começo pela minha direita, anti-clockwise

RF - Já os vi mais do que uma vez em concerto (Zambujeira, Vilar de Mouros…). Há quem diga que são comerciais. Até pode ser verdade. Mas a batida poderosa hipnotiza-me.


Outros que gosto muito. Também comerciais, é certo. Mas admito, não consigo ir muito mais fundo em matéria de Metal do que isto. A partir daqui sou todo ouvidos…como dizia o outro, instrói-me.


LS - Luis, isto é imperdoável. Ainda não “postaste” o grande “Naco de Carne”


Este para mim é o epítome do Glam Rock. Espero que concordes.



PN - Considero-te a minha alma gémea aqui no grupo (não, não por sermos dois quarentões :) ). Eu explico. Há dias comecei a “cozinhar” um post sobre Pixies. Despois lembrei-me de consultar o MC para ver ser alguém já o tinha feito. E pimba! O meu e o teu texto eram de tal maneira espelhados que fiquei chocado. Ambos vivemos os Pixies da mesma maneira. Noites académicas com muito mosh e suor à mistura….enfim, muito marcantes sem dúvida.

Ora como o assunto foi absolutamente dissecado no teu maravilhoso post, decidi prendar-te com a extensão dos ditos, ou seja, com a voz única do Mr Frank Black…mesmo admitindo que a Kim Deal tinha um je ne sais quois que acaba por fazer falta. Mas…here comes the man:


Outra que também gosto muito.


NC - Desculpa repetir-me mas já tínhamos falado disto. Gosto tanto que não me canso de revisitar.


…e como as músicas são como as cerejas, aqui vai mais uma….não a vi no teu post e é uma das minhas preferidas desta fabulosa voz.



AD – Este é um pedido especial feito pelas minha filhas. Tens lá em casa um verdadeiro clube de fãs. (…..a sério Papá? A Ana foi mesmo ao concerto dos 1D?...respirou o mesmo ar que eles?...UAAAUUU!!!).



Enfim, uma cambada de nhónhós...

Provocative? This last video makes me feel like a creep…



RD - Agora para ti Raquelinha, que nos tens brindado com tantas músicas Natalícias. Stand always by me, Ok?



Agora chamo a vossa particular para a Eva Cassidy (a loira :) ).
Infelizmente tem associada uma história triste. Foi uma vocalista que começou a tocar em bares (em Washington, creio) e que, tendo sido notada nos meios underground, acabou por gravar alguma coisa.
Mas… morreu aos 33 anos em 1996.
Só bastante mais tarde é que a BBC “deu com ela” e a sua música tornou-se conhecida e popular – tanto que foram editados vários álbuns póstumos.
A voz dela e as interpretações que faz de músicas conhecidas são fantásticas. Vale a pena visitar.



JL - Hey Indie! How is it going? Pois aqui vai: faz parte de um álbum que tenho e gosto muito. (ainda por cima o vídeo é hilariante).


Também me disseste que gostas de música alternativa. Pois aqui vai mais um bombom.



IR - Por força das circunstâncias és a pessoa com quem tenho privado menos. Por isso cinjo-me ao que vejo no blog….e para não fugir à regra vejo que és uma mulher de bons gostos.

Li algures num post teu que U2 são uma grande colheita. Pois são. Aqui estão eles muito bem acompanhados.


Bem, espero que tenham gostado da caixa de bombons....e já que estamos todos de parabéns, aqui vai um tema para soprarmos as 100 velinhas…(já vos disse o quanto gosto de piano?...;-)


Venham mais 100…

Friday, 12 December 2014

Dia 99 - As coisas nhónhónhós que EU gosto de ouvir ...

By Ana Domingos:

Nem tudo é Doors. Nem tudo é Foals ou Pearl Jam. É verdade. Eu também gosto de coisas nhónhónhós. E já que estamos nesta época natalícia e que puxa um bocado a estas coisas, vamos lá a isto. Mas antes de avançarmos vale a pena esclarecer-vos sobre o que falo.

Coisas nhónhónhós – músicas, geralmente de singer songwriters, que gosto de ouvir de vez em quando e que falam quase sempre de amor e...cenas em geral.
Bom, vou trazer-vos então alguns dos artistas nhónhónhós do dia:

Tom Odell



Tem 24 anos e é britânico (what a surprise). Lançou o seu primeiro e único álbum até ao momento em 2013. Apesar de ser britânico passou grande parte da sua vida na Nova Zelândia e foi lá que começou a escrever as primeiras letras. Foi descoberto pela cantora Lily Allen. Quase sempre acompanhado do seu piano, gosto especialmente de o ouvir em dias mais nublados, em que a chuva ameaça e a preguiça se apodera do meu corpo. Aqui ficam algumas das que mais gosto.

Hold Me



I Know




Ben Howard



Tem 27 anos e é…adivinhem…Britânico! Aventurou-se a escrever as suas primeiras letras aos 11 anos e até hoje lançou 2 albuns. Tive o prazer de o ver ao vivo o ano passado no NOS Alive e fiquei bastante surpreendida com o que vi. Para além de uma boa voz é também um excelente músico, com um à vontade muito fixe com a guitarra, o palco e as pessoas. Aqui ficam algumas das que mais gosto (apenas versões live).

Conrad



Small Things



Only Love




Keep Your Head Up



The Wolves




NOS Alive



Ed Sheeran




Provavelmente o mais conhecido dos três, talvez pela legião de fãs que foi conseguindo e pelas músicas mais comerciais que foi lançado para o mercado. Tem apenas 23 anos...mas continua a ser britânico. Há quem diga que por querer de tal forma fazer da música o seu futuro chegou até a ser um sem-abrigo. Eu não sei. Este é, de longe, o mais nhónhónhó de todos. É o que menos gosto também. Mas nem desgostei do que foi capaz de fazer no Rock In Rio o ano passado. É músico. Mas podia aproveitar as skills que tem em Música (verdadeira). Aqui ficam as mais conhecidas.

Wayfaring Stranger



I See Fire



Sing



Give Me Love



The A Team



Lego House



Há uma forte probabilidade de vir a ser gozada por este post e talvez tenha sido demasiado nhónhónhó, eu reconheço. Ainda assim, espero que tenham gostado. 

Tuesday, 9 December 2014

Dia 98 - O que têm em comum?

Boa tarde,

Hoje deixo-vos uma questão: 

O que têm em comum as seguintes músicas?

The Beatles - All you need is love



Kiss - I was made for lovin’ you



Phil Collins - One More night



U2 - Pride (In the name of love)



The Communards - Don´t leave me this way



Joe Cocker - Up where we belong



The Wallflowers (eu sei que o original é do homem com os olhos de duas cores – David Bowie – mas apeteceu-me esta versão, só porque sim)

The Wallflowers - Heroes





Chegaram lá?



Juntos tornaram-se numa deixa/cena do meu 2º musical favorito:

Elephant love Medley




 Versão só com som:




Obviamente estamos a falar de: Moulin Rouge!

Beijos e abraços!

Friday, 5 December 2014

Dia 97 - Camille and Kennerly - Electric Harp Twins

By Luís Carlos Soares:

Nada melhor nesta época Natalícia para dar espaço a um instrumento muito pouco ouvido nos nossos dias….

O instrumento dos Anjos… a Harpa!

A harpa, é um dos instrumentos mais antigos do mundo.  De acordo com a bíblia quando Deus criou os anjos, criou também esse instrumento.


Vejam o que fazem as irmãs gémeas Camille e Kennerly Kitt com harpas elétricas:

Iron Maiden - Fear of the Dark


AC/DC - Highway To Hell


Guns N' Roses - Sweet Child O' Mine


Journey - Don’t Stop Believing


Eagles - Hotel California


Survivor - Eye Of The Tiger


Deep Purple  - Smoke On The Water


Tendo em conta que vamos ter um novo episódio do Star Wars aqui fica a música:


Para que os entusiastas do Star Trek não venham reclamar, há também:


The WALKING DEAD:


Thursday, 4 December 2014

Dia 96 - James Bond Themes

By Nuno Cid Ponte:




Não sei se sabem mas sou um enorme fã do James Bond. Não sei se são os carros, os atores e atrizes, a tecnologia, a ação, a música ...


Quanto aos protagonistas, para mim James Bond é o Daniel Craig, antes dele Sean Connery.


NUNCA seriam Roger Moore ou Pierce Brosnan, que arruinaram James Bond como um comic releif, mulherengo e sem qualquer respeito por seja quem for a não ser ele próprio, em vez do que deveria realmente ser: O espião, que após ter perdido Vesper Lynd se tornou duro, ganhou auto-confiança e tornou-se implacável na procura dos responsáveis, mas com sentimentos - esta é a imagem que Ian Flemming retratou da personagem em Casino Royale a primeira edição das novelas de espiões em 1953.


A conversa entre James e Vesper no comboio para Montenegro, simboliza tudo o que eu acho que está bem nesta nova geração de filmes, começando com:




Vesper Lynd: [introducing herself to Bond] I'm the money. 

James Bond: Every penny of it.

E acabando com:


Vesper Lynd: Rolex? 

James Bond: Omega. 
Vesper Lynd: Beautiful. Now, having just met you, I wouldn't go as far as calling you a cold-hearted bastard... 
James Bond: No, of course not. 
Vesper Lynd: But it wouldn't be a stretch to imagine. You think of women as disposable pleasures, rather than meaningful pursuits. So as charming as you are, Mr. Bond, I will be keeping my eye on our government's money - and off your perfectly-formed arse. 
James Bond: You noticed? 
Vesper Lynd: Even accountants have imagination. How was your lamb? 
James Bond: Skewered! One sympathizes. 
Vesper Lynd: Good evening, Mr. Bond. 
James Bond: Good evening, Ms. Lynd. 

Bem ... mas vamos ao que me traz aqui, a música de James Bond. Esta é a minha seleção das melhores de todos os filmes.


Todos conhecem James Bond pelo que se chamaria a música do James Bond, mas esta música faz parte do início de Dr. No o primeiro filme de 1962, muito low budget mas que lançou Sean Connery e James Bond para a imaginação de uma grande percentagem de pessoas neste planeta:




De seguida, na minha lista vem Goldfinger com a incomparável Shirley Bassey e o 3º filme em 1964.


Shirley Bassey - Goldfinger




Ainda com a mesma intérprete vamos para o 8º filme, Diamonds are Forever:




No 11º filme e já o terceiro de Roger Moore temos The Spy Who Loved Me, em 1973, e Carly Simon em:


Nobody Does It Better




Sheena Easton interpreta a música do 13º filme no início da década de 80 em 1981, For Your Eyes Only:

For Your Eyes Only




Felizmente o último filme de Roger Moore chega em 1985, com o 16º filme: A View To A Kill com os excelentes, espetaculares, tão 80's: Duran Duran

A View To a Kill



Em 1987, um novo James Bond chega aos grande ecrã, muito prometia mas ... Timothy Dalton um homem do teatro e pouco habituado a blockbusters apenas entrou em Living Daylights (17º) e Licence to Kill (18º). No entanto, Living Daylights é, a meu ver, a melhor música de James Bond, com os A-ha a interpretarem o tema com o nome do filme:

Living Daylights



Saltamos uns anos até 1999, onde temos o filme The World Is Not Enough o 21º, com os Garbage a interpretarem uma das mais interessantes músicas de James Bond. Com o Pierce Brosnan (já no seu 3º filme) e o último de Desmond Llewelyn (RIP) como Q, passando o estandarte a John Cleese:

The World Is Not Enough


3 anos mais tarde Madonna interpreta a música do filme Die Another Day, o 22º e o último de Pierce Brosnan:


Die Another Day




Com Casino Royale, o 23º filme, entramos num reboot à franchise e a meu ver um excelente reboot que relança o espião, sem cheirar a bafio e com temas mais atuais sem ser a Guerra Fria e facções Nazis. Bond enfrenta ameaças de vilões com pretensões de controlo de mercados financeiros e organizações falsamente ecológicas.


Apesar dos dois primeiros filmes deste reboot (Casino Royale e Quantum of Solace) serem muito bons em termos de história e devolverem ao espião coisas elementares como:


Aston Martin DBS (ou qualquer Aston)




Walther PPQ




Em termos de música estes dois filmes não me impressionaram de todo, aliás, se não fosse o excelente genérico de Casino Royale nem sequer teria notado na música, apesar de ser cinemática, mas secundária:


Chris Cornell - You Know My Name





Em 2012, sim já passaram 2 anos, sai Skyfall o 25º filme, em que Adele traz de volta o mistério, o sinistro, o cinemático e uma poderosa voz, preferencialmente feminina, com:


Skyfall




Daniel Craig está já anunciado para o próximo filme: Spectre (anúncio do novo filme)


Terá o Aston Martin DB10




E uma surpresa para o Paulo:


Enjoy!