Thursday, 27 November 2014

Dia 94 - I feel the need... the Need for Speed

By Ricardo dos Santos Félix:


Com o elevar da fasquia, confesso que tive alguma dificuldade em escolher o post para hoje.

O click veio de um post num blog (http://theaviationist.com/) que sigo sobre aviação militar e sobre a forma deste video.

Não, o post não é sobre AC/DC, é sobre um dos filmes icónicos dos anos 80 chamado:

Top Gun (habilmente traduzido para português para Ases indomáveis).



O elenco era composto por uma quantidade de atores com créditos firmados ( e ), e algumas estrelas em ascensão ( e ). Estávamos ainda na guerra fria, e acção rolava à volta do treino de pilotos de F14 Tomcat para proteger a grande nação americana contra o Urso vermelho. Pelo meio surge uma instrutora louraça () com quem o Mr. Sorrisos  se envolve.

Tem ainda a particularidade de ter sido um dos primeiros filmes realizado com a colaboração da US Navy. 

A banda sonora do filme, foi um dos primeiros CD’s que comprei e é composta por uma quantidade de bons temas dos quais destaco:

Danger Zone do Kenny Loggins – Tema de Abertura 



Mighty Wings dos Cheap Trick – Musica que acompanha as sequências de acção


Take My Breath Away dos Berlin – Love theme



Emside note ficam a saber que a senhora, uns anos depois matou a sua imagem de sex symbol e saiu do armário.

Se quiserem ouvir a banda sonora, aqui fica:



De resto, mesmo estes anos todos depois, aconselho que vejam o filme (Ana, are you there?)

Be Happy

Monday, 24 November 2014

Dia 93 - Um pouco de música do mundo

By Joana Lança:

Adoro música, adoro música e adoro música…e estou muito contente por poder encher a vossa vida de boa música…já o slogan dizia: rádio da Joana onde só se ouve música bacana!!! O interesse é tão grande, que na faculdade tinha uma hora só minha na rádio do ISCTE.

Agora vamos ao que interessa, música…não vou começar por onde queria, mas um dia faço esse post…começo por outra banda que também merece esta honra. Desde a primeira vez que os ouvi tiveram logo a minha atenção e admiração, já os vi ao vivo e não no sítio mais adequado, não são banda de festival, mas têm uma presença musical linda. Têm uma sonoridade super característica e usam uma mescla de instrumentos musicais como ninguém…trago-vos os Beirut.




Como vos disse adoro música e foco-me nisso, portanto não decoro nome de músicas, nome de álbuns, história das bandas 0, por isso este exercício até vai ser bem giro porque vou passar a conhecer melhor as bandas que mais gosto.

Beirut…não é uma banda, mas sim uma orquestra, quem já os viu ao vivo percebe rapidamente isto, são muitos, muitos, com muitos, muitos instrumentos. Tocam bem e cantam bem. Começaram em 2006 nos EUA com o álbum Gulag Orkestar e foi com este álbum que os conheci.

Deste álbum destaco Elephant Gun


Como é que eu recomendo ouvirem Beirut … é um som, soft bom para um jantar prolongado com amigos, acompanhado de um vinhito que bebi este fim-de-semana e recomendo – Chão das Rolas. Uma boa música, tal como um bom filme ou livre ou qualquer coisa na vida, tem de despertar qualquer coisa em nós, seja para a alegria ou para a melancolia, vence quando algo acontece, com Beirut acho que isso é muito fácil acontecer, a forma com a voz do Zach se mistura com os instrumentos, faz esse qualquer coisa…é Bom!

Agora que já ouviram quase 5 minutos de música, vamos mudar de álbum para o ano seguinte, 2007, Nantes (e este vídeo é mesmo bom)


para verem a união que existe nos instrumentos desta orquestra. E se ainda não vos convenci vou continuar no álbum The Flying Club Cup que é o meu preferido com a música:

Forks and knives


e agora saquem lá dos fatos tradicionais, façam uma rodinha e vamos lá dar um pezinho de dança aos saltos…sim soa muito a música tradicional Europeia…

E agora o último álbum com o nome da cidade natal do vocalista

Santa Fe



e do Novo México vamos para NYC - East Harlem


Oiço, muita música e sou fiel a umas quantas, mas gosto bastante de variar e ouvir o meu ipod em shuffle mode para ter um bocadinho de tudo no meu ouvido, por isso vou trazer-vos mais uma banda…alinhada com os Beirut para manter alguma coerência… Calexico …para estes tragam os chapéus Mariachi! 

Nasceram em 96 e têm o estilo…deles. Começamos com uma das músicas da minha banda sonora:

Alone again, or..



Crystal Frontier


E da minha playlist mais recente a música Splitter do álbum de 2012, Algiers:

Splitter


Para os Metal, Rockeiros e outras coisas mais, sei que este não será bem o vosso som, mas nada como começar uma semana, com uma nova sonoridade que nos deixe leves e animados … bons sons.

Friday, 21 November 2014

Dia 92 - ... and now, for something completely different

By Pedro Figueiredo:

Aviso já que vou arriscar um bocado….

Depois de ter posto em destaque alguma histeria, distorção e para alguns, ruído; eis que  vos trago algo completamente diferente.
Na verdade não me sentiria bem se não ocupasse um ‘niquinho do meu air time sem fazer referência ao instrumento da minha paixão: o piano.
E para começo de conversa avanço com a primeira peça do concerto de Colónia de Keith Jarret.
Trata-se de uma daquelas músicas que me deixam a sensação de que estou a fazer uma viagem enquanto a ouço.
Como se estivesse a  olhar pela janela da carruagem de um comboio, vendo a paisagem a mudar de metro a metro…desculpem estas tiradas mais lamechas mas estou a escrever estas linhas ao som desta bela interpretação.

Ora então aqui vai uma pequena coleção de cromos “pianísticos”…..(mmeeeedddoooo).

Keith Jarret nasceu em Allentwon USA, a 8 de Maio de 1945. Músico completo (tocava vários instrumentos sendo o piano e o saxofone, os que mais o destacaram); Jarret apresentava uma música muito enraizada no Jazz e nos Blues. Fez parte de várias formações de Jazz (tocando inclusivamente com Miles Davis) e muitas das suas músicas fizeram parte da banda sonora de outras tantas obras (ex. TheSopranos).
Dentro do seu meio musical enfrentou duras criticas, grande parte delas devido à sua atitude de “prima donna”.
Contudo, a sua forma completamente improvisada de tocar piano (“I have not even a seed when I begin, It is like starting from zero…”), deixou-lhe uma marca muito forte. O seu célebre concerto de Colónia em 1979 é considerado por muitos um dos melhores registos de sempre em matéria de “improviso”.

Então aqui vai o dito Jarret: (…e para os que não tiverem pachorra para aturar 26 min de pianada (ufa!), pelo menos dêem uma chance à “paisagem” que vai dos 3:00min até 10:00min).


Chopin dava só por si um post Debussy dava outro
Acho o grafismo da coisa absolutamente fenomenal.

(FryderykFranciszek Chopin. Polaco. 1810-1849….sim, só viveu 39 anos).



(Claude-AchilleDebussy. Francês. 1862-1918…..morreu com os bombardeamento Alemães sobre Paris na 1ª guerra mundial)



…Este tinha dado um bom Gantt Chart, não acham?...

Agora uma dupla de Bach. Um pouco óbvias, é certo. Mas inevitáveis…

(Johann SebastianBach. Alemão. 1685-1750…pois é…também o podemos ouvir na banda sonora do filme “A Laranja Mecânica”)



…este gosta de andar à martelada…mas não deixa de ter uma certa graça….



Mais um par de óbvias:

Gershwin - Rhapsody in Blue by Jack Gibbons



The Piano - Michael Nyman - The Heart Asks Pleasure First


Agora baralhemos um pouco. Juntemos voz ao piano.
Inevitavelmente salta para a linha da frente um luso cantautor (lindo, adoro o palavrão J).

Lady’s and Gents, Mr Jooooorrgggeee Palma.

Confesso que aprendi a gostar da sua música. Não foi à primeira…mas lá para a n-ésima tentativa comecei a compreender o moço…

E não é que ele tinha razão…..senão vejamos:

Jorge Palma - A Gente Vai Continuar


Jorge Palma - Canção de Lisboa



E já agora, outro puto que dá uns toques…(sim, qualquer dia “sai um Bettencourt lá para a mesa do fundo”. Estou a guarda-lo para futuros posts).

Tiago Bettencourt - O Jogo (Acústico)


Enfim, tanto mais havia para dizer.
Mas tenho que sair do ar…..próóóóxxxxiiiiimo

Jinhos.

PS: Adormeci-vos? ainda estão acordados?.....agora é que vai a abaladiça.

Charlie Chaplin - The entertainer


Thursday, 20 November 2014

Day 91 - Seattle Sound

By Ana Domingos:

Ela faz parte de nós. E faz-nos sentir bem. Se for boa nunca nos deixa ficar mal. Por mais que tente, não consigo imaginar como seria o mundo sem Ela. Estou a falar da Música – a melhor invenção do Homem. Gosto muito de muitos artistas e bandas, mas há alguns que guardo com especial apreço e carinho. Por vários motivos. Pelo que em determinada altura me fizeram sentir. Por terem marcado um momento ou simplesmente porque me recordam alguém que me é querido. 

 
Pearl Jam é um desses casos. As razões são fáceis de identificar. Ouvi-los transfere-me para outros tempos e obriga-me a recordar pessoas que já cá não estão. E eu gosto de as recordar. Há também outra razão. É porque foi na discografia dos Pearl Jam que encontrei a minha música de eleição. Aquela que não me importo de ouvir vezes sem conta. Aquela que nunca cansa. Nunca desgasta. Falaremos dela mais à frente.





No ano de 1990, algures em Seattle, nascem os Pearl Jam. Identificada por todos como uma banda de Rock Alternativo, estes meninos trazem-nos o verdadeiro Seattle Sound – o Grunge. Em 1991 lançam o seu primeiro album – Ten – e rapidamente passam da rádio para a boca de toda a gente. Tentando contrariar as criticas que os acusavam de ser um grupo com fins meramente comerciais, os Pearl Jam fizeram questão de mostrar, album após album, videoclip após videoclip, que recusavam aderir às modernices da indústria músical. E conseguiram. Em 2006 a revista Rolling Stone escreve:


they [Pearl Jam] spent much of the past decade deliberately tearing apart their own fame”.

Mas vamos voltar a 1991 e ao Ten. Inicialmente este foi um album apenas com alguns Jams instrumentais aos quais Eddie Vedder vem adicionar letras que racem sobre temas como a depressão, os sem abrigo e o abuso sexual. Embora aborde temas pesados o album não é, de todo, para pessoas mega deprimidas. Tem uma boa sonoridade e é 100% grunge. Aqui ficam os singles, um outtake e um outsider. 
 
Even Flow





Even flow, thoughts arrive like butterflies Oh, he don't know, so he chases them away Someday yet, he'll begin his life again Life again, life again...
Kneelin', looking through the paper though he doesn't know to read, ooh yeah Oh, prayin', now to something that has never showed him anything Oh, feelin', understands the weather of the winters on its way Oh, ceilings, few and far between all the legal halls of shame


Alive





Oh, she walks slowly, across a young man's room She said I'm ready... for you I can't remember anything to this very day 'Cept the look, the look Oh, you know where, now I can't see, I just stare
I, I'm still alive


Jeremy

Com um video pesado, esta música ganhou 4 MTV Video Music Awards, nomeadamente o de Melhor Video do Ano em 1993. Baseada em factos reais, conta a história de Jeremy Wade Delle que se suicidou em frente aos colegas de turma.




Daddy didn't give affection, no And the boy was something That mommy wouldn't wear King Jeremy, the wicked Oh, ruled his world
Jeremy spoke in class today


Yellow Ledbetter (Outtake)


Uma das minhas músicas favoritas dos Pearl Jam. Não tendo sido incluida em nenhum dos albuns de estúdio da banda, esta música acabou por se tornar um grande sucesso junto dos fãs. Não se sabe ao certo o tema abordado pela música, mas a maioria das interpretações refere que é sobre alguém que recebe uma carta informando que o seu irmão morreu na guerra. 





Black (Outsider) 

 
Esta é, sem dúvida nenhuma, A Música. É claramente uma canção de amor. Alguém que, de coração partido, relembra alguém que já não tem e que não voltará a ter. Bem sei que sou a mais nova e que da vida percebo pouco. Não sei quando foi a primeira vez que a ouvi, mas lembro-me perfeitamente da primeira vez que a senti. E nada mudou. Gostava de vos conseguir explicar o que é, mas é uma gravidade estranha a que me cola a esta música. Demoro algum tempo até conseguir largá-la, de todas as vezes que a ouço.


Quanto ao seu enquadramento no álbum, não há muito a dizer. Apenas que, apesar de não ter sido um single, foi muito bem recebida pelo público, tendo-se tornado rapidamente num outsider que liderou alguns tops nos EUA.


I know someday you'll have a beautiful life, I know you'll be a star In somebody else's sky, but why? Why? why? Can't it be, can't it be mine


Seria um post demasiado extensso se vos trouxesse todas as músicas de que gosto e que gostava de partilhar convosco, por isso vou deixar-vos algumas referências de cada um dos 9 albuns que sobram: 
 
Daughter [Vs.]




Better Man [Vitalogy]




In My Tree [No Code]




Do The Evolution [Yield]




Evacuation [Binaural]




Soon Forget [Binaural]




I Am Mine [Riot Act]




I know I was born and I know that I'll die The in between is mine I am mine 

 
World Wide Suicide [Pearl Jam]




Supersonic [Backspacer]




Mind Your Manners [Lightning Bolt]




Sleeping By Myself [Lightning Bolt]




Esta ultima música fará de bridge entre este e um post que farei sobre o Eddie Vedder e a sua carreira a solo.


Espero que tenham gostado.

Wednesday, 19 November 2014

Dia 90 - Rain Theme

By Raquel Duarte:

Boa tarde,

A fonte de inspiração para o post de hoje, foi o estado do tempo, entenda-se: chuvoso (pura coincidência com o falecimento do nosso “weather man” – Anthímio de Azevedo).

Parece-me portanto bastante oportuno, falar-vos de músicas em que a chuva e o cair de água (ou outras coisas) são fonte de inspiração para os diversos temas apresentados.

Ora vejam só:
Estamos em que mês? E como está o tempo? De quem são as pernas (Stephanie Seymour)?

November Rain – Guns n' Roses



E se não se resguardarem, o que acontece?

Raindrops keep falling in my head – B.J. Thomas




Cid, like this?

Walking in the Rain – Grace Jones



E para esta… toca a agarrar na guitarra:

Rain – CULT




Uma chuva colorida, ADORO:       

Purple Rain – Prince



Das mais recentes, destaco:

It Will Rain – Bruno Mars



E não se esqueçam do acessório mais importante para quando chove:

Umbrella – Rihanna



Mas mesmo que o tempo não seja o melhor, não se esqueçam de cantar:

Singing in the rain – Gene Kelly



E nos próximos meses, já sabem que ela virá again, and again:

Here comes the rain again – Eurythmics



Para que a vejam:

Have you ever seen the rain – Rod Stewart



E possam passear:

Walk in the rain – Passenger



Ou chorar:

Crying in the rain – a-ha



E parece que nem sempre o que cai é água…. Será?

It’s raining men – Geri Halliwell



Bem … e já que demorei tanto tempo à procura deste tema (apesar de não ter o subject no título, pertence à letra), quem se lembra desta série (os que já eram nascidos, obviamente)?

Runaway – Del Shannon




Beijos e abraços!

Tuesday, 18 November 2014

Dia 89 - Stage Dolls

By Luís Carlos Soares:

Os Stage Dolls são uma banda Norueguesa que até tem música fixe apesar do nome estranho que tem.

 

Possivelmente pelo nome não serão facilmente identificados, mas creio que pelo menos duas músicas poderão já ter ouvido.

Love Don't Bother Me


Sorry (Is All I Can Say)





Da pequena discografia que têm saliento as seguintes:

Love Cries



Hard to say goodbye



Someone Like You




Too Late For Love




Heart to heart





Still in love



Monday, 17 November 2014

Dia 88 - Röyksopp ... uma viagem ao passado

By Nuno Cid Ponte:

Já conhecia Röyksopp mas não lhes tinha dado grande atenção. Recentemente lançaram um EP com a artista Sueca: Robyn e ... entraram no meu radar.


Os Röysopp são Noruegueses começaram como banda de música eletrónica em 1994 com um lançamento de um EP em vinil chamado Travelers' Dream (não há link, porque não se consegue encontrar na net). 


A banda é uma dupla constituída por Svein BergeTorbjørn Brundtland, como influências referem nomes como KraftwerkBrian EnoGiorgio MoroderArt of Noise e Vangelis - no meu livro, tirando Vangelis, já os coloca no meu radar à partida.

Mas não vos vou dar a história dos Röyksopp, passo diretamente para o EP com a Robyn. A música que me chamou para este EP foi: 
Do It Again


Seguida pela espetacular música que ficou em repeat em casa, trabalho etc ...

Monument


Fiquei a pensar que estes senhores poderiam trazer o sentimento que tinha das festas de dance/house de volta ... Esta música fez-me pensar que sim ... vejam aqui o resto do EP e vão perceber:


Bem ... mas a viagem é ainda mais evidente com o lançamento a 10 de Novembro do que será o último álbum dos Röyksopp, no formato que os temos visto até agora (whatever that means ...). 

O álbum tem o nome de The Inevitable End (link para todo o álbum no spotify).

Comment: Sendo um lançamento tão recente, não existem ainda vídeos do YouTube disponíveis para o nosso País sobre o álbum (aproveitáveis I mean), por isso vou fazer links para o Spotify.

The setting: uma viagem por uma noite de quinta para sexta ... há alguns anos atrás. Deixo-vos o que senti depois de ter ouvido o álbum todo.

Tal como muitos outros álbuns dos Röyksopp, pois não existe um vocalista, este é um conjunto de parcerias, neste caso 4:


Com o Jamie:



Temos a música I Had This Thing que me fez lembrar dos inícios de muitas noites em várias discotecas por Lisboa, tipicamente Frágil (RIP) ou mais tarde, o Lux.

Ainda de Jamie, mais para o meio da noite surge a música Compulsion, que seria a altura de socializar com as pessoas na pista, rir com os amigos e ... as bebidas :P


Com Susanne Sundfør, temos a música Save Me que já começa a mexer um pouco mais, mais uma música de preparação do corpo ...

De seguida, com a Robyn, vem a primeira música que conheci deste álbum, Monument:


Obviamente sendo a música em parceria com a Robyn que já conhecia, gostei ainda mais deste "remix" - tipicamente o tipo de música que faria o pessoal ir ao rubro e saltos e etc ... 

Para um momento de descanso e quem sabe socializar mais um pouco, aproveitar para apanhar um pouco de ar na varanda do Lux, surge Sordid Affair de Ryan James.

Para voltar à ação num original de Röyksopp, sem parcerias, vem a fantástica e industrial Skulls, mais uma de saltos e calor ...

Já para o fim do noite, sentar nos puffs e conversar um bocado surge Coup De Grace.

E para finalizar, ver o sol a nascer, começar o dia, ou no caminho para casa para ouvir no carro ... ir dormir um pouco, antes de ir almoçar com os pais, ou ir para a praia, surge Thank You.

Esta última música parece um adeus aos fãs e aparentemente é isso mesmo que vai acontecer com os Röyksopp. Se forem como eu que os acabei de "conhecer" (mais a fundo quero dizer) ... é realmente uma pena, porque do que estou a ouvir, já os devia ter conhecido há mais tempo. 

Ao que parece, não é realmente o fim, mas sim uma mutação para algo diferente ... vamos ver o que vem ai.

Para já ... foi um bom "revival" de muitas noites em ... pois, não vou pensar na idade, não vale a pena ... só que: 

Foi bom e voltará a ser ... mas tal como os Röyksopp: Noutro formato!












Thursday, 13 November 2014

Dia 87 - The National

By Paulo Neves:

Os The National  podiam muito bem ter sido o meu primeiro post neste Musical Challenge. Por vários motivos fui adiando um post sobre eles, mas acho que já não devo esperar mais. Os The National estão no meu top de músicos/bandas atuais.




Factos sobre a banda:
Americanos (Ohio)
Formados em 1999
Formação
MattBerninger: vocalista
AaronDessner: guitarra e teclados
BryceDessner: guitarra
- Scott Devendorf: baixo
- Bryan Devendorf: bateria

Como já deu para perceber, temos uma banda familiar com um outsider. Ao ler a história da banda percebe-se que os respetivo membros foram brincando às bandas até terem apurado ao ponto de formarem os The National tal como os conhecemos hoje. Para mim, são um casamento perfeito de composição, sonoridade e voz. A letras são mais melancólicas, reconheço, mas fazem um perfect fir naquilo que são os The National.

Tive o imenso prazer de os ver ao vivo no “Pavilhão Atlântico” ( J ) e ainda tive esperança de os conseguir ver no NOS Primavera Sound no Porto, mas não consegui. Destaco uma review do concertono Pavilhão Atlântico:

Ver The National é não resistir a fechar os olhos, por momentos, porque queremos apreciar as letras bem escritas mas de sentidos dúbios, os trompetes certeiros, a guitarra de Bryce Dessner quando a toca com um arco de violino. Mas apenas os fechamos por momentos, pois não nos queremos arriscar a perder o deambular desesperado de Matt pelo palco, os delicados efeitos visuais em background, os coros gritados ou as guitarras erguidas na vertical em momentos de êxtase. Não queremos perder nada, na verdade, apesar de sabermos que eles voltarão e nós estaremos presentes.

E tal como é referido neste artigo, os meninos já atuaram em Portugal 13 vezes (contabilizando os concertos que referi). Acho que já são um pouco tugas :)

Já publicaram 6 álbuns:
The National (2001)
Alligator (2005)
Boxer (2007)
High Violet (2010)

Não existe álbum que destaque claramente acima ou abaixo de todos os outros, embora reconheça que o meu preferido é o High Violet (tenho o CD e também acho que tenho o Boxer). São todos muito consistentes e consigo ouvi-los intensamente do princípio ao fim. Naturalmente, na altura do concerto (antes e depois), exagerei na dose. Mas o único efeito colateral foi mesmo classificá-los como um “must” nas minhas playlists e top’s.

Com este post claramente podia ultrapassar por muito o meu máximo de vídeos num post, mas vou “tentar” conter-me.

Vou começar por apresentar 1 música de cada álbum que acho que melhor representam os The National e que espero vos desperte interesse para continuarem a ler o post:

I Should Live in Salt (Trouble Will Find Me) - Live on KCRW


Sorrow (High Violet)


Fake Empire (Boxer) – Live on Letterman


Secret Meeting (Alligator)


Lucky You (Sad Songs for Dirty Lovers)


Son (The National)


Mas para fazer um Top dos The National, é “obrigatório” incluir mais estas referências:

Demons (Trouble Will Find Me)


I Need My Girl (Trouble Will Find Me)


Terrible Love (High Violet) – Live on Q TV


Bloodbuzz Ohio (High Violet)


Lemonworld (High Violet)


Conversation 16 (High Violet)


Sea of Love (Trouble Will Find Me)


NOTA FINAL

O concerto que fui no “Pavilhão Atlântico” foi a minha primeira experiência live dos The National. E no final do concerto aconteceu isto:

Vanderlyle Crybaby Geeks – Live @ Sydney Opera House 2014


Naturalmente a maioria das pessoas que estavam à minha volta conheciam este “fecho de concerto” e o pavilhão desatou todo a cantar. Fiquei impressionado. E nos dias seguintes não descansei enquanto não decorei a letra e cantava-a religiosamente de manhã no carro. Coitadas das minhas filhas que passaram a ouvir esta música todos os dias durante a viagem até à escola :)

Se quiserem treinar, deixo-vos aqui a letra:

Leave your home
Change your name
Live alone
Eat your cake

Vanderlyle crybaby cry
Though the water's a-rising
Still no surprising you
Vanderlyle crybaby cry
Man, it's all been forgiven
Swans are a-swimmin'
I'll explain everything to the geeks

All the very best of us string ourselves up for love
All the very best of us string ourselves up for love
All the very best of us string ourselves up for love
All the very best of us string ourselves up for love

Vanderlyle crybaby cry
Though the water's a-rising
Still no surprising you
Vanderlyle crybaby cry
Man, it's all been forgiven
Swans are a-swimmin'
I'll explain everything to the geeks

Hanging from
Chandeliers
Same small world
At your heels

All the very best of us string ourselves up for love
All the very best of us string ourselves up for love
All the very best of us string ourselves up for love
All the very best of us string ourselves up for love

Vanderlyle crybaby cry
Though the water's a-rising
There's still no surprising you
Vanderlyle crybaby cry
Man, it's all been forgiven
The swans are a-swimmin'
I'll explain everything to the geeks

I'll explain everything to the geeks

I'll explain everything to the geeks

Já agora, alguns registos do concerto no “Pavilhão Atlântico”:

The National - Mr. November - Live At Meo Arena Lisboa [21-11-2013] - HD


The National - Terrible Love - Live At Meo Arena Lisboa [21-11-2013] – HD  [nesta parte do concert o Matt Berninger interagiu de forma intensamente próxima do público]


The National - Sorrow - Live At Meo Arena Lisboa [21-11-2013] - HD


Final
The National - Vanderlyle Crybaby Geeks (Acoustic) - Live At Meo Arena Lisboa [21-11-2013] - HD