Que fizeram entre 2002 e 2006? Não sei bem, mas a Wikipédia
diz que durante este tempo andaram ocupados a formar a banda, pois os FTEs tinham
rotatividade elevada devido ao pouco ou nenhum dinheiro que faziam. Lá
conseguiram estabilizar e, atualmente, a banda é composta por Ryan Tedder (Voz,
Guitarra, Piano, Tambor africano, Violoncelo), Zach Filkins (Guitarra elétrica,
Voz, Viola), Eddie Fisher (bateria), Brent Kutzle (Baixo) e Drew Brown
(Guitarra, Guitarra clássica, Baixo, Piano)
O género da música situa-se no pop/rock e
saltaram para a ribalta com o primeiro single "Apologize": a boa
sonoridade que tem levou a que se tenham batido records de venda em
"canais não presenciais": 2 milhões de cópias digitais legais e em 1
semana passou mais de 10 mil vezes na rádio nos EUA.
Conhecem concerteza algumas destas músicas,
que passa(ra)m bastante nas rádios nacionais. Ordenei pela minha preferência os
vídeos deste sonzinho #boa onda #fxquinhofxquinho
#positivocomoaNOSgostaparatocarnoseventos
No final dos anos 90, o house music estava na moda. A mistura da dance music com vozes e /ou remix com musicas comerciais “democratizou” um estilo de musica que inicialmente era apreciado pelo um grupo (bastante) mais pequeno.
Lugares como o Alcântara Mar e o Kremlin em Lisboa no Inverno e a Kadoc e suas irmãs no Verão, eram pontos obrigatórios para grande parte do pessoal que saia à noite.
Não sendo grande fã do estilo, houve um grupo que me chamou a atenção na altura, principalmente pelo seu impacto visual. A TV Cabo tinha acabado de nascer, e o acesso aos principais canais de musica, permitiu-me “devorar” os videoclips dos Faithless.
Curiosamente, saltaram para a ribalta com um dos temas que eu considero mais fraco (Insomnia), mas havia muito mais para descobrir…
O impacto visual que criam com o seu vocalista Jazz (tez negra, grandes olhos, completamente careca), a sua voz com um inglês com bastante sotaque e muito pausado, o contraste do preto e branco com as cores, a parte mais vocal com a parte mais dançável é na minha opinião brilhante. O conceito está excelentemente demonstrado nos clips God is a DJ…
…e no Take The Long Way Home
Curiosamente, a minha musica preferida deles, tem (mais uma vez) um impacto visual brilhante mas é totalmente a cores
Este podia ser um post sobre inúmeras bandas, artistas ou músicas. Mas que tipo de pessoa seria eu se, no meu primeiríssimo post, não vos trouxesse a Melhor Banda do Mundo? Formados em 1965 e por quase mero acaso, bastaram cerca de 6 anos de história para se tornarem uma referência e um marco na história da música. Meus amigos, a genialidade é assim mesmo :D
Imagino que todos vocês conheçam Jim Morrison, a voz dos Doors. Acho que a melhor definição sobre ele será qualquer coisa do género: Um louco, apaixonado pelo álcool, drogas e mulheres. Foi infelizmente o seu deslumbramento precipitado que levou, na maioria dos casos, a desentendimentos na banda e, posteriormente, à sua morte.
Normalmente tenho uma teoria: O primeiro álbum de uma boa banda é, por norma, o melhor álbum do seu reportório. Estes senhores conseguem, facilmente, mostrar que a minha teoria não vale nada! Considerado por muitos o registo mais histórico da banda, aqui fica o meu álbum de eleição: L.A. Woman.
Deixo-vos com o princípio, o meio e o fim:
1. The Changeling
“I live uptown I live downtown I live all around I had money, and I had none (…)
I'm the air you breath Food you eat Friends your greet In the sullen street, wow See me change (…)”
5. L.A. Woman
“I see your hair is burnin' Hills are filled with fire If they say I never loved you You know they are a liar Drivin' down your freeway Midnight alleys roam Cops in cars, The topless bars Never saw a woman... So alone
Motel, money, murder, madness Let's change the mood from glad to sadness”
10. Riders on the Storm
“There's a killer on the road
His brain is squirmin' like a toad Take a long holiday Let your children play If you give this man a ride Sweet memory will die Killer on the road, yeah”
Embora este seja “O Álbum”, há claramente outras músicas que, para além de bem conhecidas, soam sempre bem ao (meu) ouvido:
Roadhouse Blues
Maggie McGill
“Well, I'm an old blues man and I think that you understand I've been singing the blues ever since the world began (…)”
People are Strange
“People are strange when you're a stranger Faces look ugly when you're alone Women seem wicked when you're unwanted Streets are uneven, when you're down When you're strange Faces come out of the rain When you're strange No one remembers your name When you're strange (…)”
Break on Through
“(...) I found an island in your arms Country in your eyes Arms that chain Eyes that lie Break on through to the other side (…)”
Light my Fire
“The time to hesitate is through
No time to wallow in the mire Try now we can only lose And our love become a funeral pyre
Come on baby, light my fire Come on baby, light my fire Try to set the night on fire, yeah”
You Make me Real
Já agora, e já que falamos de Doors, aproveito para deixar também o filme: The Doors (1991)
“I see myself as a huge fiery comet, a shooting star. Everyone stops, points up and gasps "Oh look at that!" Then - whoosh, and I'm gone...and they'll never see anything like it ever again... and they won't be able to forget me - ever.”
(Jim Morrison)
Espero que tenham gostado!
P.S. E no caso de não terem gostado...lamento...mas esta continuará a ser a Melhor Banda do Mundo :D
Boa tarde, Não, ainda não vou falar sobre as músicas das princesas
da Walt Disney, mas sim de um príncipe que nos deixou cedo (tinha apenas 30
anos em 1988) e que apesar de tão novo nos deixou uma vasta obra musical. Apesar de ser ainda muito pitufinha (11 anos) lembro-me
perfeitamente desse mês de Agosto que começou trágico para Lisboa, com o
incêndio do Chiado e dias mais tarde com a morte deste grande senhor. Ninguém diria que após tirar o seu curso de medicina se
dedicasse exclusivamente à música e que por ela acabou por falecer quando ia a
caminho de mais um concerto de verão. Já sabem de quem falo? Sim, isso mesmo… de Carlos Paião. A notícia:
Dizia ele que Eu Não Sou Poeta:
mas
escrevia Versos de Amor:
e tinha a sua veia romântica: Pó
de arroz
Cegonha
Estas são as favoritas dos meus filhos: Playback (reconhecem alguém nos coros?)
Ga-goo
E esta não falta nos bailaricos lá de casa: Marcha
do Pião das Nicas
Querem um caso destes? Têm de ir Lá longe:
Se com esta também “Compuzia” :) :
o melhor é “tar calado”:
Não me perguntem porquê, mas adoro esta… (semelhanças com
o ritmo grego?) Vinho
do Porto
E para acabar… a música que deu tema a este musical
challenge: Cinderela
Espero que pelo menos vos traga algumas recordações.
Ok, é mais uma banda Rock vinda
de Inglaterra dos anos 70/80. Apesar disso, é considerada uma das bandas mais
populares do mundo e já vendeu mais de 100 milhões de álbuns mundialmente! J
O baterista é absolutamente
impressionante que nem se dá conta da sua limitação física.
E por isso não
vou começar com a Rockalhada, mas sim com estas fantásticas Baladas para vos
tocar no Coração! …
Hoje, e porque eu também tenho algumas coisas que guardei do passado, trago-vos uma das bandas mais interessantes que saiu dos anos 80, ou melhor, este senhores começaram antes mas a sua subida ao estrelato começou em 83.
Estou obviamente a falar dos The Cure, uma banda inglesa que tem como vocalista o sempre diferente Robert Smith, com os seus lábios overflowing de baton vermelho ou preto, cabelos completamente desgrenhados e armados.
Havia muito a dizer sobre os The Cure, mas vou-me focar num álbum apenas. O Paulo fez o mesmo no último Musical Challenge (e bem) e eu vou usar o mesmo método - para as músicas que mais me chamaram neste álbum e sim ... Doc Martens foram o meu calçado durante uns tempos ... se bem que numa versão beto rebelde.
Começa por ser um álbum cru e violento com The Kiss:
Imediatamente passamos para uma história de amor com Catch:
Esta música ainda hoje me dá algum conforto, é das minhas preferidas do álbum e a letra é, como diriam os Ingleses, "a peach". Se quiserem vejam aqui.
Como com os Cure falamos normalmente de contrastes, after love comes Torture:
(BTW este vídeo é uma adaptação para esta música da curta metragem de Tim Burton "Vincent" narrada pelo já falecido Vincent Price)
De seguida viria uma música que é muito instrumental e não muito o meu género If Only Tonight We Could Sleep
Passando diretamente para uma das mais conhecidas músicas, mais louca, mais animada e com um dos vídeos mais loucos da altura Why Can't I Be You:
Depois da animação de Why Can't I Be You passamos para a música que me levava a pedalar mais com o meu irmão e amigos para o açude no Ervedal da Beira também conhecida por "terra da minha Avó" How Beautiful You Are é um hino à juventude e beleza e a sua eventual decadência:
Saltamos alguma músicas e passamos para Just Like Heaven mais uma música sobre amores e como nos sentimos quando estamos apaixonados:
(e como eventualmente nos sentimos quando tudo acaba ...)
Voltando à loucura de Robert Smith e um bom send off para fim-de-semana com Hot Hot Hot:
Dancing screaming itching squealing fevered, feeling Hot Hot Hot!!!
Fora deste álbum, há muitas outras músicas mas destaco acima de tudo a seguinte:
Gosto do Nick mas
confesso que não gosto de tudo o que ele faz. Mas gosto particularmente deste
álbum que já o ouvi de forma exaustiva. O álbum, como o nome indica, é composto
de músicas cuja temática são crimes, normalmente passionais. And that’s
it!
O resto, é
apreciar a música. Não recomendo que seja ouvido em qualquer circunstância.
Diria que ouvi-lo à noite será possivelmente a melhor altura para conhecer o
álbum, provavelmente acompanhado de um bom charuto e de um bom whiskey (para
quem apreciar, o que não é o meu caso). Eu gosto simplesmente do álbum, pelo
que qualquer altura é boa para o rever.
Encontrei este
filme que fala sobre o álbum que me pareceu ser muito interessante para se
perceber melhor sobre o contexto do álbum. É apenas um excerto, mas será
suficiente:
Do you love me like I love you - Part 9: Murder Ballads
(Excerpt)
Deixo-vos agora
algumas músicas do álbum com alguns excertos da letra para vos ajudar mais
rápida e facilmente perceber o “mood” :)
Stagger Lee (esta é claramente a minha música favorita
do álbum. É um filme cantado …)
(…)
So he walked through the rain
and he walked through the mud
Till he came to a place called The Bucket Of Blood
Stagger Lee
He said "Mr Motherfucker, you know who I am"
The barkeeper said, "No, and I don't give a good goddamn"
To Stagger Lee
He said, "Well bartender, it's plain to see
I'm that bad motherfucker called Stagger Lee"
Mr. Stagger Lee
Barkeep said, "Yeah, I've heard your name down the way
And I kick motherfucking asses like you every day"
Mr Stagger Lee
Well those were the last words that the barkeep said
'Cause Stag put four holes in his motherfucking head
Just then in came a broad called Nellie Brown
Was known to make more money than any bitch in town
She struts across the bar, hitching up her skirt
Over to Stagger Lee, she starts to flirt
With Stagger Lee
She saw the barkeep, said,
"O God, he can't be dead!"
Stag said, "Well, just count the holes in the motherfucker's
head"
She said, "You ain't look like you scored in quite a time.
Why not come to my pad? It won't cost you a dime"
Mr. Stagger Lee
(…)
Henry Lee (com P.J.Harvey)
(…)
She leaned herself against a
fence
Just for a kiss or two
And with a little pen-knife held in her hand
She plugged him through and through
And the wind did roar and the wind did moan
La la la la la
La la la la lee
A little bird lit down on Henry Lee
Come take him by his lilly-white hands
Come take him by his feet
And throw him in this deep deep well
Which is more than one hundred feet
And the wind did howl and the wind did blow
(…)
Where The Wild
Roses Grow (a música com
maior sucesso do álbum com a Kylie Minogue e deixo-vos uma performance live)
PS: Confesso que
passei a olhar diferente para a Kylie depois desta música ….
(…)
On the third day he took me to
the river
He showed me the roses and we
kissed
And the last thing I heard was
a muttered word
As he knelt (stood smiling)
above me with a rock in his fist
On the last day I took her
where the wild roses grow
And she lay on the bank, the
wind light as a thief
And I kissed her goodbye,
said, "All beauty must die"
And lent down and planted a
rose between her teeth
(…)
The Kindness of Strangers (estas é tão Nick …)
(…)
They found her the next day
cuffed to the bed
A rag in her mouth and a bullet in her head
O poor Mary Bellows
So mothers keep your girls at home
Don't let them journey all alone
Tell them this world is full of danger
And to shun the company of strangers
O poor Mary Bellows
O poor Mary Bellows
(…)
O’Malley’s Bar
(este vídeo tem a letra
para melhor poderem acompanhar esta longa história …)
(…)
"Neighbours!" I
cried, "Friends!" I screamed
I banged my fist upon the bar
"I bear no grudge against you!"
And my dick felt long and hard
"I am the man for which no God waits
But for which the whole world yearns
I'm marked by darkness and by blood
And one thousand powder-burns"
(…)
Bem, não vos
quero inundar com as musicas todas do álbum. Convido-os a conhecer as restantes
e possivelmente a redescobrir o Nick Cave. E para acabar, “just
remember that death is not the end” :)
Death Is Not
The End (com uma “cambada”
de participações: PJ Harvey, Kylie Minogue, Anita Lane e Shane
MacGowan)
(…)
When you're standing on the
crossroads
That you cannot comprehend
Just remember that death is not the end
And all your dreams have vanished
And you don't know what's up the bend
Just remember that death is not the end
Not the end, not the end
Just remember that death is not the end